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Criptomoedas descendo a serra: quedas na BinanceCriptomoedas em queda hoje na Binance Uai, sô… o trem das criptomoedas não tá muito bão hoje não. Quem acompanha a Binance viu que umas moedas deram uma escorregada boa nas últimas 24 horas. As que mais “desceram a ladeira” - LayerZero (ZRO) caiu mais de 15%. - Stargate Finance (STG) perdeu quase 14%. - Bounce Token (AUCTION) também não escapou, despencou mais de 13%. - Outras como Berachain (BERA) e 0G também tão no vermelho. O mercado como um todo O valor total das criptos tá em torno de 2,7 trilhões de dólares, mas caiu uns 3% de ontem pra hoje. O volume de negociação segue alto, mais de 137 bilhões, e o Bitcoin continua mandando, dominando quase 60% do mercado. O que isso significa - Volatilidade danada: num dia tá lá em cima, no outro despenca. - Oportunidade ou risco: tem gente que aproveita pra comprar barato, mas tem que ter cuidado. - Diversificação é chave: não dá pra pôr todos os ovos na mesma cesta, né? 👉 Em resumo: hoje o mercado tá meio “cabrunco”, mas quem mexe com cripto já sabe que é assim mesmo, sobe e desce igual trem em serra mineira.

Criptomoedas descendo a serra: quedas na Binance

Criptomoedas em queda hoje na Binance
Uai, sô… o trem das criptomoedas não tá muito bão hoje não. Quem acompanha a Binance viu que umas moedas deram uma escorregada boa nas últimas 24 horas.
As que mais “desceram a ladeira”
- LayerZero (ZRO) caiu mais de 15%.
- Stargate Finance (STG) perdeu quase 14%.
- Bounce Token (AUCTION) também não escapou, despencou mais de 13%.
- Outras como Berachain (BERA) e 0G também tão no vermelho.
O mercado como um todo
O valor total das criptos tá em torno de 2,7 trilhões de dólares, mas caiu uns 3% de ontem pra hoje. O volume de negociação segue alto, mais de 137 bilhões, e o Bitcoin continua mandando, dominando quase 60% do mercado.
O que isso significa
- Volatilidade danada: num dia tá lá em cima, no outro despenca.
- Oportunidade ou risco: tem gente que aproveita pra comprar barato, mas tem que ter cuidado.
- Diversificação é chave: não dá pra pôr todos os ovos na mesma cesta, né?
👉 Em resumo: hoje o mercado tá meio “cabrunco”, mas quem mexe com cripto já sabe que é assim mesmo, sobe e desce igual trem em serra mineira.
Criptomoeda dando o que falar hoje na BinanceÔ trem bão, sô! O mercado de criptomoeda tá igual café forte: acordando todo mundo. Hoje quem tá brilhando na Binance é a Synapse (SYN), que deu um salto de mais de 75% em apenas 24 horas. É quase igual aquele pão de queijo que cresce demais no forno e surpreende a gente. Mas não é só ela não. Outras moedas também tão “engordando” bonito: - Enso (ENSO) subiu mais de 30% - Initia (INIT) ganhou uns 16% - QuarkChain (QKC) e Venus (XVS) também tão na toada da alta 🌽 O mercado tá fervendo Pra você ter uma ideia, a capitalização total do mercado tá batendo na casa dos trilhões de dólares. O Bitcoin continua mandando no pedaço, mas hoje quem tá roubando a cena são essas altcoins menores, mostrando que nem sempre o “rei” é quem dá o espetáculo. ⚠️ Recado importante Agora, mineiro que é mineiro sabe: quando a coisa sobe rápido demais, pode cair do mesmo jeito. Então, cuidado pra não entrar no embalo sem pensar. Igual quando a gente vê uma pamonha bonita na feira: tem que experimentar primeiro pra ver se tá boa mesmo. ☕ Dica de mineiro - Fica de olho nos pares de negociação (USDT, BTC, etc.) - Usa alerta de preço pra não perder o bonde - Confere em outras plataformas pra não ficar só na conversa de um lugar

Criptomoeda dando o que falar hoje na Binance

Ô trem bão, sô! O mercado de criptomoeda tá igual café forte: acordando todo mundo. Hoje quem tá brilhando na Binance é a Synapse (SYN), que deu um salto de mais de 75% em apenas 24 horas. É quase igual aquele pão de queijo que cresce demais no forno e surpreende a gente.
Mas não é só ela não. Outras moedas também tão “engordando” bonito:
- Enso (ENSO) subiu mais de 30%
- Initia (INIT) ganhou uns 16%
- QuarkChain (QKC) e Venus (XVS) também tão na toada da alta
🌽 O mercado tá fervendo
Pra você ter uma ideia, a capitalização total do mercado tá batendo na casa dos trilhões de dólares. O Bitcoin continua mandando no pedaço, mas hoje quem tá roubando a cena são essas altcoins menores, mostrando que nem sempre o “rei” é quem dá o espetáculo.
⚠️ Recado importante
Agora, mineiro que é mineiro sabe: quando a coisa sobe rápido demais, pode cair do mesmo jeito. Então, cuidado pra não entrar no embalo sem pensar. Igual quando a gente vê uma pamonha bonita na feira: tem que experimentar primeiro pra ver se tá boa mesmo.
☕ Dica de mineiro
- Fica de olho nos pares de negociação (USDT, BTC, etc.)
- Usa alerta de preço pra não perder o bonde
- Confere em outras plataformas pra não ficar só na conversa de um lugar
Comissão da Câmara dá aval a novas normas para a criação e circulação de stablecoins no BrasilA turma da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação lá da Câmara dos Deputados resolveu dar um passo importante: aprovou um projeto que põe ordem no mercado de stablecoins no Brasil. Esse trem foi votado em dezembro e veio como substitutivo apresentado pelo deputado Lucas Ramos (PSB-PE), em cima da proposta original do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ). Segundo a Agência Câmara, a ideia não é inventar uma lei nova do zero, não. O que eles fizeram foi mexer no Marco Legal dos Ativos Virtuais, acrescentando regra nova dentro do que já existe. Uma das mudanças mais pesadas é a tal da reserva integral de lastro. Traduzindo: cada stablecoin que for criada tem que ter um valor guardado igualzinho em dinheiro ou em título público, pra garantir que não vai faltar respaldo. Outra novidade é a separação do patrimônio. Isso significa que o dinheiro dos clientes fica protegido e não pode ser usado pra pagar dívida da empresa que emite a moeda. Pra proteger o povo, o texto também veta stablecoin que nasce só de algoritmo e joga a responsabilidade nas corretoras brasileiras quando elas oferecem moeda digital que veio de fora. Só vai poder negociar stablecoin estrangeira quem tiver autorização pra operar aqui no país. E ainda tem que conferir se lá fora o emissor segue regra parecida com a nossa. Se não tiver equivalência, a corretora daqui é que assume o risco. O relator Lucas Ramos disse que essas mudanças deixam o projeto mais firme, mais robusto, e facilitam a vida das autoridades na hora de aplicar a lei. E tem mais: mexeram até no Código Penal. Agora, quem emitir stablecoin sem lastro, querendo levar vantagem, vai estar cometendo crime parecido com estelionato digital. Pena prevista: de quatro a oito anos de cadeia, além de multa. Por enquanto, o projeto segue tramitando. Ainda vai passar pelas comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Pra virar lei de verdade, precisa ser aprovado tanto na Câmara quanto no Senado. $BNB $SOL $XRP

Comissão da Câmara dá aval a novas normas para a criação e circulação de stablecoins no Brasil

A turma da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação lá da Câmara dos Deputados resolveu dar um passo importante: aprovou um projeto que põe ordem no mercado de stablecoins no Brasil. Esse trem foi votado em dezembro e veio como substitutivo apresentado pelo deputado Lucas Ramos (PSB-PE), em cima da proposta original do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ).
Segundo a Agência Câmara, a ideia não é inventar uma lei nova do zero, não. O que eles fizeram foi mexer no Marco Legal dos Ativos Virtuais, acrescentando regra nova dentro do que já existe.
Uma das mudanças mais pesadas é a tal da reserva integral de lastro. Traduzindo: cada stablecoin que for criada tem que ter um valor guardado igualzinho em dinheiro ou em título público, pra garantir que não vai faltar respaldo.
Outra novidade é a separação do patrimônio. Isso significa que o dinheiro dos clientes fica protegido e não pode ser usado pra pagar dívida da empresa que emite a moeda.
Pra proteger o povo, o texto também veta stablecoin que nasce só de algoritmo e joga a responsabilidade nas corretoras brasileiras quando elas oferecem moeda digital que veio de fora. Só vai poder negociar stablecoin estrangeira quem tiver autorização pra operar aqui no país. E ainda tem que conferir se lá fora o emissor segue regra parecida com a nossa. Se não tiver equivalência, a corretora daqui é que assume o risco.
O relator Lucas Ramos disse que essas mudanças deixam o projeto mais firme, mais robusto, e facilitam a vida das autoridades na hora de aplicar a lei.
E tem mais: mexeram até no Código Penal. Agora, quem emitir stablecoin sem lastro, querendo levar vantagem, vai estar cometendo crime parecido com estelionato digital. Pena prevista: de quatro a oito anos de cadeia, além de multa.
Por enquanto, o projeto segue tramitando. Ainda vai passar pelas comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Pra virar lei de verdade, precisa ser aprovado tanto na Câmara quanto no Senado.
$BNB $SOL $XRP
ETFs de Bitcoin recebem R$ 2,9 bilhões e encerram ciclo de retiradasNa segundona (2), os ETFs de Bitcoin lá dos Estados Unidos voltaram a receber dinheiro de montão: foram mais de US$ 561,9 milhões (uns R$ 2,9 bilhões). Com isso, o trem encerrou uma sequência de quatro dias seguidos de saída e ainda marcou a maior entrada desde meados de janeiro. Mesmo com o mercado meio doido, cheio de sobe e desce, o Bitcoin chegou a cair perto dos US$ 75 mil durante o dia, mas depois deu uma reagida e fechou em torno de US$ 78,5 mil — ainda abaixo do que tava antes da última onda de venda. Quem puxou a fila foi a Fidelity, com o FBTC recebendo US$ 153,4 milhões. Logo atrás veio a BlackRock, com US$ 142 milhões no IBIT. Também se destacaram Bitwise (US$ 96,5 milhões), além de entradas em fundos da Grayscale, Ark Invest, VanEck, Invesco e WisdomTree. Segundo Vincent Liu, da Kronos Research, essa volta do fluxo mostra que os grandões do mercado tão retomando confiança e usando os ETFs regulados pra aumentar posição. Pra ele, se isso continuar, pode apertar a oferta de Bitcoin no curto prazo e dar uma força no preço. Isso tudo acontece depois de duas semanas de resgates pesados: US$ 1,49 bilhão na semana passada e US$ 1,33 bilhão na anterior. Tim Sun, do HashKey Group, disse que parte dessa saída rolou porque as oportunidades de arbitragem diminuíram, já que os spreads entre ETFs e futuros de Bitcoin ficaram bem estreitos. Além disso, o medo no mercado fez muita gente reduzir exposição. Agora, com o Bitcoin testando o “fundo” duas vezes e perdendo uma faixa de consolidação, Sun acha Vque o mercado já precificou parte do cenário ruim. Isso abre espaço pra investidores de médio e longo prazo acharem os preços atuais mais interessantes. Mas ele avisa: o fluxo de segunda parece mais uma recuperação aos poucos do que uma nova alta firme. Enquanto isso, o Ethereum não teve a mesma sorte. Os ETFs de ETH registraram saída líquida de US$ 2,86 milhões na segunda, depois de um baita resgate de US$ 252,87 milhões no dia anterior. Ou seja, por enquanto, o foco tá mesmo no Bitcoin.

ETFs de Bitcoin recebem R$ 2,9 bilhões e encerram ciclo de retiradas

Na segundona (2), os ETFs de Bitcoin lá dos Estados Unidos voltaram a receber dinheiro de montão: foram mais de US$ 561,9 milhões (uns R$ 2,9 bilhões). Com isso, o trem encerrou uma sequência de quatro dias seguidos de saída e ainda marcou a maior entrada desde meados de janeiro.
Mesmo com o mercado meio doido, cheio de sobe e desce, o Bitcoin chegou a cair perto dos US$ 75 mil durante o dia, mas depois deu uma reagida e fechou em torno de US$ 78,5 mil — ainda abaixo do que tava antes da última onda de venda.
Quem puxou a fila foi a Fidelity, com o FBTC recebendo US$ 153,4 milhões. Logo atrás veio a BlackRock, com US$ 142 milhões no IBIT. Também se destacaram Bitwise (US$ 96,5 milhões), além de entradas em fundos da Grayscale, Ark Invest, VanEck, Invesco e WisdomTree.
Segundo Vincent Liu, da Kronos Research, essa volta do fluxo mostra que os grandões do mercado tão retomando confiança e usando os ETFs regulados pra aumentar posição. Pra ele, se isso continuar, pode apertar a oferta de Bitcoin no curto prazo e dar uma força no preço.
Isso tudo acontece depois de duas semanas de resgates pesados: US$ 1,49 bilhão na semana passada e US$ 1,33 bilhão na anterior. Tim Sun, do HashKey Group, disse que parte dessa saída rolou porque as oportunidades de arbitragem diminuíram, já que os spreads entre ETFs e futuros de Bitcoin ficaram bem estreitos. Além disso, o medo no mercado fez muita gente reduzir exposição.
Agora, com o Bitcoin testando o “fundo” duas vezes e perdendo uma faixa de consolidação, Sun acha Vque o mercado já precificou parte do cenário ruim. Isso abre espaço pra investidores de médio e longo prazo acharem os preços atuais mais interessantes. Mas ele avisa: o fluxo de segunda parece mais uma recuperação aos poucos do que uma nova alta firme.
Enquanto isso, o Ethereum não teve a mesma sorte. Os ETFs de ETH registraram saída líquida de US$ 2,86 milhões na segunda, depois de um baita resgate de US$ 252,87 milhões no dia anterior. Ou seja, por enquanto, o foco tá mesmo no Bitcoin.
Trump diz não saber do investimento de R$ 2,6 bilhões de Abu Dhabi em seu projeto criptoO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou que não tá por dentro dos detalhes de um investimento de 500 milhões de dólares (uns 2,6 bilhões de reais) feito por um grupo de Abu Dhabi na empresa de criptomoedas World Liberty Financial, que foi criada pela família dele. Durante uma coletiva na Casa Branca, perguntaram pra Trump sobre a ligação da empresa com esse fundo árabe. A história saiu no jornal Wall Street Journal: um veículo de investimento de Abu Dhabi, ligado ao xeique Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, comprou escondido 49% da empresa, num acordo assinado por Eric Trump quatro dias antes do pai assumir a presidência, em janeiro de 2025. Trump respondeu: “Meus filhos tão cuidando disso, minha família tá cuidando disso… eu já tenho coisa demais pra me preocupar com Irã, Rússia e Ucrânia”. Segundo o jornal, o acordo foi de 500 milhões de dólares, metade paga de cara. Dos 250 milhões iniciais, 187 milhões foram pra empresas da família Trump e pelo menos 31 milhões foram pra grupos ligados à família de Steve Witkoff, cofundador do projeto e depois enviado especial dos EUA pro Oriente Médio. Reação dos democratas A turma do Partido Democrata não gostou nada. O senador Chris Murphy disse que esses pagamentos podem ser “conduta criminosa”, já que logo depois o governo Trump liberou pros Emirados acesso a chips avançados de inteligência artificial, que antes eram proibidos. Murphy chamou o caso de “corrupção aberta” e falou que pode dar processo no futuro, porque troca de favor oficial por dinheiro é suborno. A senadora Elizabeth Warren também pegou pesado, dizendo que é “corrupção pura e simples” e pedindo pra cancelar a venda dos chips pros árabes. Já o deputado Greg Landsman comentou que tudo isso aumenta a suspeita de que investimento estrangeiro tá influenciando decisão do governo. Desde o ano passado, Warren vem batendo nas relações da família Trump com empresas de cripto e investidores do Golfo, alertando sobre riscos da stablecoin USD1 em negócios internacionais. Até agora, nem a Casa Branca nem a World Liberty Financial deram resposta pros pedidos de comentário da imprensa. $TRUMP $USD1 $BTC

Trump diz não saber do investimento de R$ 2,6 bilhões de Abu Dhabi em seu projeto cripto

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou que não tá por dentro dos detalhes de um investimento de 500 milhões de dólares (uns 2,6 bilhões de reais) feito por um grupo de Abu Dhabi na empresa de criptomoedas World Liberty Financial, que foi criada pela família dele.
Durante uma coletiva na Casa Branca, perguntaram pra Trump sobre a ligação da empresa com esse fundo árabe. A história saiu no jornal Wall Street Journal: um veículo de investimento de Abu Dhabi, ligado ao xeique Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, comprou escondido 49% da empresa, num acordo assinado por Eric Trump quatro dias antes do pai assumir a presidência, em janeiro de 2025.
Trump respondeu: “Meus filhos tão cuidando disso, minha família tá cuidando disso… eu já tenho coisa demais pra me preocupar com Irã, Rússia e Ucrânia”.
Segundo o jornal, o acordo foi de 500 milhões de dólares, metade paga de cara. Dos 250 milhões iniciais, 187 milhões foram pra empresas da família Trump e pelo menos 31 milhões foram pra grupos ligados à família de Steve Witkoff, cofundador do projeto e depois enviado especial dos EUA pro Oriente Médio.
Reação dos democratas
A turma do Partido Democrata não gostou nada. O senador Chris Murphy disse que esses pagamentos podem ser “conduta criminosa”, já que logo depois o governo Trump liberou pros Emirados acesso a chips avançados de inteligência artificial, que antes eram proibidos.
Murphy chamou o caso de “corrupção aberta” e falou que pode dar processo no futuro, porque troca de favor oficial por dinheiro é suborno. A senadora Elizabeth Warren também pegou pesado, dizendo que é “corrupção pura e simples” e pedindo pra cancelar a venda dos chips pros árabes. Já o deputado Greg Landsman comentou que tudo isso aumenta a suspeita de que investimento estrangeiro tá influenciando decisão do governo.
Desde o ano passado, Warren vem batendo nas relações da família Trump com empresas de cripto e investidores do Golfo, alertando sobre riscos da stablecoin USD1 em negócios internacionais.
Até agora, nem a Casa Branca nem a World Liberty Financial deram resposta pros pedidos de comentário da imprensa.
$TRUMP $USD1 $BTC
Criptomoedas: umas subindo feito foguete, outras caindo que nem pedra🚀 Moeda que tá subindo - Solana (SOL): esse trem tá dando uma esticada boa, mais de 5% pra cima. - Avalanche ($AVAX ): também tá firme, subindo uns 4%. - Polygon ($MATIC ): deu uma levantadinha de 2%, nada demais, mas tá no verde. - Dogecoin ($DOGE ): esse aí, que o povo gosta de brincar, subiu uns 3%. 📉 Moeda que tá caindo - Bitcoin (BTC): o grandão tá meio jururu, caiu uns 6%. - Ethereum (ETH): também não tá muito animado, perdeu uns 4%. - BNB (Binance Coin): deu uma escorregada de 3%. - XRP (Ripple): caiu uns 2%, tá meio enrolado com essas coisa de lei. 💡 Jeito de ver o mercado - O Bitcoin continua sendo o “rei do pedaço”, mas tá meio cabisbaixo. - As altcoins tão mostrando mais força, parece que o povo tá arriscando mais. - O sentimento geral é de medo, então o pessoal anda com o pé atrás.

Criptomoedas: umas subindo feito foguete, outras caindo que nem pedra

🚀 Moeda que tá subindo
- Solana (SOL): esse trem tá dando uma esticada boa, mais de 5% pra cima.
- Avalanche ($AVAX ): também tá firme, subindo uns 4%.
- Polygon ($MATIC ): deu uma levantadinha de 2%, nada demais, mas tá no verde.
- Dogecoin ($DOGE ): esse aí, que o povo gosta de brincar, subiu uns 3%.
📉 Moeda que tá caindo
- Bitcoin (BTC): o grandão tá meio jururu, caiu uns 6%.
- Ethereum (ETH): também não tá muito animado, perdeu uns 4%.
- BNB (Binance Coin): deu uma escorregada de 3%.
- XRP (Ripple): caiu uns 2%, tá meio enrolado com essas coisa de lei.
💡 Jeito de ver o mercado
- O Bitcoin continua sendo o “rei do pedaço”, mas tá meio cabisbaixo.
- As altcoins tão mostrando mais força, parece que o povo tá arriscando mais.
- O sentimento geral é de medo, então o pessoal anda com o pé atrás.
Strategy realiza compra de R$ 394 milhões em Bitcoin depois da queda significativaStrategy compra mais Bitcoin Uai, a Strategy, que é a maior empresa de tesouraria de Bitcoin do mundo, resolveu aumentar a coleção. Na segunda-feira (2), eles contaram que compraram 855 BTC na semana passada, gastando mais ou menos uns 75 milhões de dólares (uns 394 milhões de reais). Cada moeda saiu na média de 87.974 dólares, conforme o comunicado oficial. Essa compra rolou entre os dias 26 de janeiro e 1º de fevereiro de 2026. O dinheiro veio da venda de ações pelo tal programa “at-the-market” (ATM), que é um jeito mais tranquilo de vender ações direto na bolsa, sem precisar daquela oferta pública cheia de burocracia. Com isso, a Strategy, comandada pelo Michael Saylor, agora tem 713.502 BTC guardados. No total, já gastaram uns 54,26 bilhões de dólares, pagando em média 76.052 dólares por moeda, contando taxas e despesas. Pra ter ideia, essa quantidade representa uns 3,4% de todo o limite máximo de 21 milhões de Bitcoins que podem existir. Ou seja, eles seguem firmes como a maior empresa do mundo com reserva de BTC. OranjeBTC foca em ações Já a OranjeBTC, que é brasileira e também mexe com tesouraria de Bitcoin, preferiu não comprar moeda na semana passada. Em vez disso, voltou a recomprar suas próprias ações, conforme informou ao mercado. Entre 26 de janeiro e 1º de fevereiro de 2026, a empresa comprou 35 mil ações ordinárias (ON), pagando em média R$ 7,84 cada. No fim das contas, ficaram com 155.340.500 ações ON fora da tesouraria. Nesse período, não teve venda de ações nem compra de novos Bitcoins. Atualmente, a OranjeBTC guarda 3.722,3 $BTC em reserva, o que dá uma proporção de 43.604 ações por Bitcoin. No primeiro trimestre de 2026, registraram um BTC Yield de 0,11%, e desde o começo da estratégia já acumularam 2,50%.

Strategy realiza compra de R$ 394 milhões em Bitcoin depois da queda significativa

Strategy compra mais Bitcoin
Uai, a Strategy, que é a maior empresa de tesouraria de Bitcoin do mundo, resolveu aumentar a coleção. Na segunda-feira (2), eles contaram que compraram 855 BTC na semana passada, gastando mais ou menos uns 75 milhões de dólares (uns 394 milhões de reais). Cada moeda saiu na média de 87.974 dólares, conforme o comunicado oficial.
Essa compra rolou entre os dias 26 de janeiro e 1º de fevereiro de 2026. O dinheiro veio da venda de ações pelo tal programa “at-the-market” (ATM), que é um jeito mais tranquilo de vender ações direto na bolsa, sem precisar daquela oferta pública cheia de burocracia.
Com isso, a Strategy, comandada pelo Michael Saylor, agora tem 713.502 BTC guardados. No total, já gastaram uns 54,26 bilhões de dólares, pagando em média 76.052 dólares por moeda, contando taxas e despesas.
Pra ter ideia, essa quantidade representa uns 3,4% de todo o limite máximo de 21 milhões de Bitcoins que podem existir. Ou seja, eles seguem firmes como a maior empresa do mundo com reserva de BTC.
OranjeBTC foca em ações
Já a OranjeBTC, que é brasileira e também mexe com tesouraria de Bitcoin, preferiu não comprar moeda na semana passada. Em vez disso, voltou a recomprar suas próprias ações, conforme informou ao mercado.
Entre 26 de janeiro e 1º de fevereiro de 2026, a empresa comprou 35 mil ações ordinárias (ON), pagando em média R$ 7,84 cada. No fim das contas, ficaram com 155.340.500 ações ON fora da tesouraria. Nesse período, não teve venda de ações nem compra de novos Bitcoins.
Atualmente, a OranjeBTC guarda 3.722,3 $BTC em reserva, o que dá uma proporção de 43.604 ações por Bitcoin. No primeiro trimestre de 2026, registraram um BTC Yield de 0,11%, e desde o começo da estratégia já acumularam 2,50%.
A volatilidade do ouro supera a do Bitcoin e alcança patamar visto na crise de 2008O ouro dando trabalho Uai, quem diria… o ouro, que sempre foi visto como aquele investimento firme igual pedra, tá mais arisco que o Bitcoin. Pois é, segundo os dados da Bloomberg, a tal da volatilidade de 30 dias do metal passou dos 44%, coisa que não se via desde a crise de 2008. Já o Bitcoin, que costuma ser o trem mais instável, ficou ali pelos 39%. Inversão fora do comum Esse tipo de virada não acontece todo dia, não. Desde que o Bitcoin nasceu, lá em 2009, só em duas vezes o ouro ficou mais “nervoso” que a moeda digital. A última foi em maio do ano passado, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tava ameaçando tarifa pra todo lado. Normalmente, o ouro é lembrado como proteção de valor, enquanto o Bitcoin carrega fama de ser especulativo e cheio de altos e baixos. A queda e a volta O trem ficou feio depois que o ouro levou a maior queda em mais de dez anos. Nessa segunda, chegou a despencar uns 10%, batendo rapidinho nos US$ 4.400 por onça, depois de ter encostado nos US$ 5.600 na semana passada. Mas não demorou muito e já tava se ajeitando de novo, rodando perto dos US$ 4.730. O sobe e desce Nos meses anteriores, o ouro$PAXG vinha subindo com força por causa de um tanto de coisa: medo de crise mundial, tensão geopolítica, desconfiança com moedas tradicionais e até questionamento sobre o Federal Reserve. Pra completar, os investidores chineses compraram demais, o que empurrou os preços ainda mais pra cima. O lado do Bitcoin Já o Bitcoin$BTC não surfou nessa onda, não. Caiu pro menor nível em quase dez meses, depois de uma liquidação no fim de semana, acumulando perda de mais de 40% desde outubro. Mesmo com dólar mais fraco e o mundo cheio de incerteza, não rolou aquela migração de dinheiro do ouro pro cripto. Hoje, tá rodando estável, perto dos US$ 78.934, com queda de 11% no ano. No fim das contas Apesar da confusão, o ouro ainda tá levando vantagem. Nos últimos 12 meses, subiu uns 66%, enquanto o Bitcoin caiu uns 21%. Mas esse episódio mostra que até os ativos mais “defensivos” podem dar susto, principalmente depois de uma disparada rápida demais.

A volatilidade do ouro supera a do Bitcoin e alcança patamar visto na crise de 2008

O ouro dando trabalho
Uai, quem diria… o ouro, que sempre foi visto como aquele investimento firme igual pedra, tá mais arisco que o Bitcoin. Pois é, segundo os dados da Bloomberg, a tal da volatilidade de 30 dias do metal passou dos 44%, coisa que não se via desde a crise de 2008. Já o Bitcoin, que costuma ser o trem mais instável, ficou ali pelos 39%.
Inversão fora do comum
Esse tipo de virada não acontece todo dia, não. Desde que o Bitcoin nasceu, lá em 2009, só em duas vezes o ouro ficou mais “nervoso” que a moeda digital. A última foi em maio do ano passado, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tava ameaçando tarifa pra todo lado. Normalmente, o ouro é lembrado como proteção de valor, enquanto o Bitcoin carrega fama de ser especulativo e cheio de altos e baixos.
A queda e a volta
O trem ficou feio depois que o ouro levou a maior queda em mais de dez anos. Nessa segunda, chegou a despencar uns 10%, batendo rapidinho nos US$ 4.400 por onça, depois de ter encostado nos US$ 5.600 na semana passada. Mas não demorou muito e já tava se ajeitando de novo, rodando perto dos US$ 4.730.
O sobe e desce
Nos meses anteriores, o ouro$PAXG vinha subindo com força por causa de um tanto de coisa: medo de crise mundial, tensão geopolítica, desconfiança com moedas tradicionais e até questionamento sobre o Federal Reserve. Pra completar, os investidores chineses compraram demais, o que empurrou os preços ainda mais pra cima.
O lado do Bitcoin
Já o Bitcoin$BTC não surfou nessa onda, não. Caiu pro menor nível em quase dez meses, depois de uma liquidação no fim de semana, acumulando perda de mais de 40% desde outubro. Mesmo com dólar mais fraco e o mundo cheio de incerteza, não rolou aquela migração de dinheiro do ouro pro cripto. Hoje, tá rodando estável, perto dos US$ 78.934, com queda de 11% no ano.
No fim das contas
Apesar da confusão, o ouro ainda tá levando vantagem. Nos últimos 12 meses, subiu uns 66%, enquanto o Bitcoin caiu uns 21%. Mas esse episódio mostra que até os ativos mais “defensivos” podem dar susto, principalmente depois de uma disparada rápida demais.
Segundo Pai Rico, o preço do Bitcoin está atrativo e ele aconselha a compraO Robert Kiyosaki, aquele escritor do livro famoso Pai Rico, Pai Pobre, soltou no X no domingo (1º) que esse trem da queda do Bitcoin é sinal bão pra comprar. Pra ele, a moeda tá em promoção, uai, e é hora dos investidores encherem a sacola. Ele falou assim: “O mercado de ouro, prata e Bitcoin deu uma despencada. Quer dizer, tá tudo em liquidação. Eu tô aqui, com dinheiro guardado, só esperando a hora de comprar mais ouro, prata e Bitcoin nesse preço de ocasião”. Na prosa dele, Kiyosaki explicou que a diferença entre pobre e rico é justamente na hora que o mercado dá uma balançada. Os mais endinheirados aproveitam os preços mais baixos pra reforçar os investimentos. “Quando o mercado entra em liquidação, ou crash, os pobres vendem correndo e somem. Já os ricos entram de cabeça e compram sem dó”, disse ele. O Bitcoin, por sinal, tá passando por uma queda braba. No fim de semana rolou uma onda de venda que levou o preço lá pra baixo, chegando a uns US$ 74,5 mil na madrugada de segunda (2). Depois disso, deu uma reagida e já tá sendo negociado perto dos US$ 78 mil. E não foi só o Bitcoin, não. O ouro e a prata também começaram a cair forte na semana passada, depois de terem batido recordes históricos. $XAG $BTC $PAXG

Segundo Pai Rico, o preço do Bitcoin está atrativo e ele aconselha a compra

O Robert Kiyosaki, aquele escritor do livro famoso Pai Rico, Pai Pobre, soltou no X no domingo (1º) que esse trem da queda do Bitcoin é sinal bão pra comprar. Pra ele, a moeda tá em promoção, uai, e é hora dos investidores encherem a sacola.
Ele falou assim: “O mercado de ouro, prata e Bitcoin deu uma despencada. Quer dizer, tá tudo em liquidação. Eu tô aqui, com dinheiro guardado, só esperando a hora de comprar mais ouro, prata e Bitcoin nesse preço de ocasião”.
Na prosa dele, Kiyosaki explicou que a diferença entre pobre e rico é justamente na hora que o mercado dá uma balançada. Os mais endinheirados aproveitam os preços mais baixos pra reforçar os investimentos.
“Quando o mercado entra em liquidação, ou crash, os pobres vendem correndo e somem. Já os ricos entram de cabeça e compram sem dó”, disse ele.
O Bitcoin, por sinal, tá passando por uma queda braba. No fim de semana rolou uma onda de venda que levou o preço lá pra baixo, chegando a uns US$ 74,5 mil na madrugada de segunda (2). Depois disso, deu uma reagida e já tá sendo negociado perto dos US$ 78 mil.
E não foi só o Bitcoin, não. O ouro e a prata também começaram a cair forte na semana passada, depois de terem batido recordes históricos.
$XAG $BTC $PAXG
Vitalik Buterin faturou US$ 70 mil ao apostar contra o “modo loucura” no PolymarketEm uma prosa recente, Vitalik Buterin, um dos cabeças do Ethereum, contou como é que ele mexe lá no tal do Polymarket, um mercado de previsões. Buterin disse pro pessoal do Foresight News que gosta de entrar nos mercados que tão no que ele chama de “modo doidura” e aposta que “essas coisas doidas não vão acontecer, não”. “Tipo assim: tem mercado perguntando se o Trump vai ganhar o Nobel da Paz”, explicou. “Ou então uns que falam que o dólar vai cair pra zero no ano que vem, em época de desespero danado.” Segundo ele, só em 2025 já tirou uns 70 mil dólares de lucro, depois de apostar 440 mil — um ganho de mais ou menos 16%. O moço ainda reforçou que apostar contra exagero e maluquice do mercado “quase sempre dá retorno”. E aconselhou os apostadores a procurar esses cantos onde o povo fica preso em previsão sem pé nem cabeça, porque aí é mais fácil ganhar dinheiro. Loxley Fernandes, que é CEO do Myriad, outro mercado de previsões, comentou que o jeito de Buterin apostar contra coisa absurda é “o melhor exemplo da utilidade desses mercados”. “Quando entra emoção demais e irracionalidade, quem pensa com calma não só lucra, como ajuda a trazer os preços de volta pra realidade”, disse ele. “É justamente pra isso que esses mercados foram feitos: separar o sinal do barulho.” Oráculos e os perrengues Buterin também falou dos problemas que tão pegando nas plataformas de aposta, principalmente nos tais oráculos — que são serviços que ligam informação do mundo real com o blockchain. Ele lembrou de um caso na guerra da Rússia com a Ucrânia, num mercado que apostava se os russos iam tomar conta de uma cidade chamada Myrnohrad. O oráculo usava mapa do Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), lá dos Estados Unidos, que mostrava quem controlava a estação de trem. Só que a conta do instituto no X foi invadida e os mapas apareceram dizendo que os russos tinham tomado a estação. No outro dia, o instituto pediu desculpa e corrigiu. Mas nesse meio tempo, teve gente que recebeu pagamento gigante, coisa de mais de 33.000%, com volume de negociação perto de 1,3 milhão de dólares. Buterin apontou esse caso como prova de que os oráculos ainda têm segurança “bem fraquinha”. “Eles nunca pensaram que uma mensagem só ia decidir quem ficava com 1 milhão de dólares na blockchain”, disse ele. Pra resolver, sugeriu alguns caminhos: um modelo mais centralizado, confiando em fonte de notícia firme, tipo Bloomberg; ou então sistemas de votação com tokens, igual os da UMA. “Um oráculo confiável é essencial, porque quase todo projeto DeFi precisa de um”, concluiu. “Se quiser fazer coisa prática — registrar imóvel na blockchain ou prever eleição — tem que ter oráculo.” $ETH $PAXG

Vitalik Buterin faturou US$ 70 mil ao apostar contra o “modo loucura” no Polymarket

Em uma prosa recente, Vitalik Buterin, um dos cabeças do Ethereum, contou como é que ele mexe lá no tal do Polymarket, um mercado de previsões.
Buterin disse pro pessoal do Foresight News que gosta de entrar nos mercados que tão no que ele chama de “modo doidura” e aposta que “essas coisas doidas não vão acontecer, não”.
“Tipo assim: tem mercado perguntando se o Trump vai ganhar o Nobel da Paz”, explicou. “Ou então uns que falam que o dólar vai cair pra zero no ano que vem, em época de desespero danado.”
Segundo ele, só em 2025 já tirou uns 70 mil dólares de lucro, depois de apostar 440 mil — um ganho de mais ou menos 16%. O moço ainda reforçou que apostar contra exagero e maluquice do mercado “quase sempre dá retorno”. E aconselhou os apostadores a procurar esses cantos onde o povo fica preso em previsão sem pé nem cabeça, porque aí é mais fácil ganhar dinheiro.
Loxley Fernandes, que é CEO do Myriad, outro mercado de previsões, comentou que o jeito de Buterin apostar contra coisa absurda é “o melhor exemplo da utilidade desses mercados”.
“Quando entra emoção demais e irracionalidade, quem pensa com calma não só lucra, como ajuda a trazer os preços de volta pra realidade”, disse ele. “É justamente pra isso que esses mercados foram feitos: separar o sinal do barulho.”
Oráculos e os perrengues
Buterin também falou dos problemas que tão pegando nas plataformas de aposta, principalmente nos tais oráculos — que são serviços que ligam informação do mundo real com o blockchain.
Ele lembrou de um caso na guerra da Rússia com a Ucrânia, num mercado que apostava se os russos iam tomar conta de uma cidade chamada Myrnohrad. O oráculo usava mapa do Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), lá dos Estados Unidos, que mostrava quem controlava a estação de trem.
Só que a conta do instituto no X foi invadida e os mapas apareceram dizendo que os russos tinham tomado a estação. No outro dia, o instituto pediu desculpa e corrigiu. Mas nesse meio tempo, teve gente que recebeu pagamento gigante, coisa de mais de 33.000%, com volume de negociação perto de 1,3 milhão de dólares.
Buterin apontou esse caso como prova de que os oráculos ainda têm segurança “bem fraquinha”.
“Eles nunca pensaram que uma mensagem só ia decidir quem ficava com 1 milhão de dólares na blockchain”, disse ele.
Pra resolver, sugeriu alguns caminhos: um modelo mais centralizado, confiando em fonte de notícia firme, tipo Bloomberg; ou então sistemas de votação com tokens, igual os da UMA.
“Um oráculo confiável é essencial, porque quase todo projeto DeFi precisa de um”, concluiu. “Se quiser fazer coisa prática — registrar imóvel na blockchain ou prever eleição — tem que ter oráculo.”
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"Bitcoin hoje: preço cai para US$ 77 mil e acumula queda de 12% na semana."Bitcoin deu uma tropeçada no fim de semana Ô trem danado… o Bitcoin$BTC levou uma pancada forte de venda no fim de semana e chegou no menor preço em meses: bateu uns US$ 74,5 mil na madrugadinha de segunda (2). Mas logo deu uma respirada e já tava rodando em US$ 77.585 de manhã, diminuindo a queda do dia pra 1,7%. Só que, na conta da semana, ainda tá amargando um tombo de 12%. Em real, o bicho tá quase escorregando pra baixo dos R$ 400 mil, ficando em R$ 410.500. O tamanho da queda Pra ver como o tombo foi grande, os contratos futuros da CME mostraram uma diferença das brabas, coisa que só aparece em quedas históricas. Como a CME fecha na sexta e só abre na segunda, rolou um “desencontro” de preço de mais de 8% — a quarta maior desde que lançaram os futuros de Bitcoin lá em 2017. Por que o trem tá caindo? O cenário tá cheio de risco e confusão: - Governo dos EUA meio travado. - Conversa de guerra comercial. - Juros dos títulos japoneses subindo. - E ainda tem guerra no Irã e tensão no Mar do Sul da China. Com pouca liquidez no fim de semana, isso virou uma avalanche: só no domingo foram US$ 2,56 bilhões em liquidações, maior valor em mais de três meses. Desde quinta, já passou de US$ 5,42 bilhões. Resultado: o mercado perdeu força especulativa e o interesse aberto despencou pro menor nível em nove meses. O tal do “gap” da CME Esse buraco de preço que apareceu lembra até os tempos da COVID em 2020. Normalmente, esses gaps se fecham em poucos dias, mas agora vai depender muito de como o mercado global se comporta. A diferença tá entre US$ 77 mil e US$ 84 mil, e os traders acham que o preço pode ser puxado pra lá quando a poeira baixar. Pode até não ser nesta semana, mas se der uma folga na pressão, o Bitcoin pode repicar até os US$ 84 mil. Pressão técnica Os indicadores também não tão ajudando: o RSI semanal despencou pra 32,22, mostrando fraqueza. Pra piorar, o preço caiu abaixo da média de 100 semanas e apareceu o tal “cruzamento da morte”, sinal de tendência mais baixista. E pra fechar, o Bitcoin ainda ficou abaixo do custo médio dos ETFs de Bitcoin nos EUA, o que pesa mais no psicológico dos investidores. O Bitcoin tá sendo negociado abaixo daquele nível depois de ter duas semanas brabas de saída de dinheiro, das maiores já vistas. Essa queda deixou a moeda bem perto do preço médio que a Strategy comprou, por volta de uns 76 mil dólares, segundo os dados do Bitcoin Treasuries. “Mesmo com essa oscilação que deve continuar no primeiro trimestre, por causa da bagunça na economia mundial, esse cenário também pode virar oportunidade pra juntar Bitcoin mais barato”, disse Ko, que chamou o momento de uma “desalavancagem saudável”, e não de um mercado em queda estrutural. No mercado de opções, o povo tá mais na defensiva. O tal do skew de 25 delta do Bitcoin pra 7 e 30 dias caiu pra menos de -12% e -8% no fim de semana, mostrando que os investidores tão pagando caro pra se proteger de queda (puts). “Os traders tão jogando na retranca. As posições em futuros tão diminuindo e nas opções tem compra forte de puts”, completou Adziima. Enquanto o analista da Bitrue acha que o preço pode cair pra faixa de 70 mil a 60 mil dólares, o da CoinEx prefere ser mais cauteloso, dizendo que a região de 68 mil a 70 mil é um suporte importante. Já Lai Yuen, da Fisher8 Capital, comentou que os grandes compradores, tipo tesourarias de empresas, tão meio cansados por agora. “O dinheiro especulativo da galera do varejo foi parar em ações de espaço, inteligência artificial e memória”, disse Yuen. “Tem que aparecer um motivo forte pra esse capital voltar pras criptomoedas.” $ETH

"Bitcoin hoje: preço cai para US$ 77 mil e acumula queda de 12% na semana."

Bitcoin deu uma tropeçada no fim de semana
Ô trem danado… o Bitcoin$BTC levou uma pancada forte de venda no fim de semana e chegou no menor preço em meses: bateu uns US$ 74,5 mil na madrugadinha de segunda (2). Mas logo deu uma respirada e já tava rodando em US$ 77.585 de manhã, diminuindo a queda do dia pra 1,7%. Só que, na conta da semana, ainda tá amargando um tombo de 12%.
Em real, o bicho tá quase escorregando pra baixo dos R$ 400 mil, ficando em R$ 410.500.
O tamanho da queda
Pra ver como o tombo foi grande, os contratos futuros da CME mostraram uma diferença das brabas, coisa que só aparece em quedas históricas. Como a CME fecha na sexta e só abre na segunda, rolou um “desencontro” de preço de mais de 8% — a quarta maior desde que lançaram os futuros de Bitcoin lá em 2017.
Por que o trem tá caindo?
O cenário tá cheio de risco e confusão:
- Governo dos EUA meio travado.
- Conversa de guerra comercial.
- Juros dos títulos japoneses subindo.
- E ainda tem guerra no Irã e tensão no Mar do Sul da China.
Com pouca liquidez no fim de semana, isso virou uma avalanche: só no domingo foram US$ 2,56 bilhões em liquidações, maior valor em mais de três meses. Desde quinta, já passou de US$ 5,42 bilhões. Resultado: o mercado perdeu força especulativa e o interesse aberto despencou pro menor nível em nove meses.
O tal do “gap” da CME
Esse buraco de preço que apareceu lembra até os tempos da COVID em 2020. Normalmente, esses gaps se fecham em poucos dias, mas agora vai depender muito de como o mercado global se comporta.
A diferença tá entre US$ 77 mil e US$ 84 mil, e os traders acham que o preço pode ser puxado pra lá quando a poeira baixar. Pode até não ser nesta semana, mas se der uma folga na pressão, o Bitcoin pode repicar até os US$ 84 mil.
Pressão técnica
Os indicadores também não tão ajudando: o RSI semanal despencou pra 32,22, mostrando fraqueza. Pra piorar, o preço caiu abaixo da média de 100 semanas e apareceu o tal “cruzamento da morte”, sinal de tendência mais baixista.
E pra fechar, o Bitcoin ainda ficou abaixo do custo médio dos ETFs de Bitcoin nos EUA, o que pesa mais no psicológico dos investidores.

O Bitcoin tá sendo negociado abaixo daquele nível depois de ter duas semanas brabas de saída de dinheiro, das maiores já vistas. Essa queda deixou a moeda bem perto do preço médio que a Strategy comprou, por volta de uns 76 mil dólares, segundo os dados do Bitcoin Treasuries.
“Mesmo com essa oscilação que deve continuar no primeiro trimestre, por causa da bagunça na economia mundial, esse cenário também pode virar oportunidade pra juntar Bitcoin mais barato”, disse Ko, que chamou o momento de uma “desalavancagem saudável”, e não de um mercado em queda estrutural.
No mercado de opções, o povo tá mais na defensiva. O tal do skew de 25 delta do Bitcoin pra 7 e 30 dias caiu pra menos de -12% e -8% no fim de semana, mostrando que os investidores tão pagando caro pra se proteger de queda (puts).
“Os traders tão jogando na retranca. As posições em futuros tão diminuindo e nas opções tem compra forte de puts”, completou Adziima.
Enquanto o analista da Bitrue acha que o preço pode cair pra faixa de 70 mil a 60 mil dólares, o da CoinEx prefere ser mais cauteloso, dizendo que a região de 68 mil a 70 mil é um suporte importante.
Já Lai Yuen, da Fisher8 Capital, comentou que os grandes compradores, tipo tesourarias de empresas, tão meio cansados por agora.
“O dinheiro especulativo da galera do varejo foi parar em ações de espaço, inteligência artificial e memória”, disse Yuen. “Tem que aparecer um motivo forte pra esse capital voltar pras criptomoedas.”
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As regras do Banco Central para criptomoedas entram em vigor nesta segunda veja as mudançasO Banco Central e as novas regras das cripto Depois de muito bate-papo, consulta pública e discussão, o Banco Central resolveu botar ordem na casa: o pacote de regras pro mercado de criptomoedas começa a valer de verdade nesta segunda-feira (2). As normas já tinham sido publicadas em novembro de 2025, mas só agora entram em vigor, funcionando como um manual mais direto sobre quem pode mexer com cripto, quais padrões de segurança e governança vão ser cobrados e como algumas operações passam a ser tratadas dentro do mercado de câmbio. A ideia do BC é simples: colocar as negociações de ativos virtuais num ambiente vigiado, pra diminuir espaço pra golpe e fraude, reforçar o combate à lavagem de dinheiro, mas sem travar a inovação. As três resoluções - Resolução 519: define as “regras do jogo” pra quem presta serviço com cripto no Brasil. Fala de transparência com cliente, governança, controles internos e integridade. É aqui que aparece o conceito das SPSAVs (Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais), que vão atuar nesse mercado com classificação por atividade (intermediação, custódia e corretagem). - Resolução 520: trata do “como operar”. Define processos de autorização, prazos e exigências pra SPSAVs e instituições já reguladas (como bancos e corretoras) se enquadrarem. - Resolução 521: mexe no enquadramento de parte do fluxo cripto. Determina quais operações passam a ser tratadas como câmbio e capitais internacionais, como transferências internacionais com cripto, uso de carteiras de autocustódia e operações com stablecoins. O que muda pro investidor Pro investidor, a mudança mais visível é uma peneira regulatória: a partir de 2026, só ficam no mercado as empresas que pedirem licença e seguirem as regras do BC. Isso aumenta a segurança e diminui risco de plataformas improvisadas. Um ponto importante é a segregação patrimonial: corretoras terão que manter o dinheiro dos clientes separado do caixa da empresa. Além disso, acaba a farra das plataformas estrangeiras “fantasmas”: quem quiser atender brasileiro vai ter que ter CNPJ, sede e administração no país. Outra novidade é o caminho do dinheiro em stablecoins e remessas, que passa a ter mais rastreabilidade. Isso pode abrir discussão sobre imposto (IOF), mas por enquanto não tem definição. O que muda pras empresas Pra empresa, o custo e a complexidade aumentam. Além da autorização, as SPSAVs vão precisar de controles mais fortes de compliance, gestão de riscos, segurança cibernética e combate à lavagem de dinheiro. O BC também exige “musculatura financeira”: capital mínimo entre R$ 10,8 milhões e R$ 37,2 milhões, dependendo da atividade. Isso pode apertar as menores, que talvez precisem de investimento, reorganização ou até fusão. Nas operações internacionais e com stablecoins, a Resolução 521 exige identificação do dono da carteira de destino, acabando com anonimato. E todas terão que seguir padrões parecidos com os do sistema financeiro tradicional. Prazos As regras entram em vigor em 2 de fevereiro, mas não significa que tudo muda de uma vez. É um marco regulatório: dali em diante começa a contar o prazo de enquadramento. - Exchanges e SPSAVs já em operação têm até nove meses pra se adequar depois de pedir autorização. - CTVMs não precisam pedir autorização, mas têm até nove meses pra entregar declaração de auditor independente comprovando conformidade. - A Resolução 521 também começa dia 2, mas só a partir de maio as operações enquadradas em câmbio precisam ser reportadas. Em resumo: quem já operava antes do dia 2 pode continuar, desde que peça autorização e se adeque em até nove meses. Quem não operava, só pode começar depois de receber o “ok” do BC. $BTC $BNB $SOL

As regras do Banco Central para criptomoedas entram em vigor nesta segunda veja as mudanças

O Banco Central e as novas regras das cripto
Depois de muito bate-papo, consulta pública e discussão, o Banco Central resolveu botar ordem na casa: o pacote de regras pro mercado de criptomoedas começa a valer de verdade nesta segunda-feira (2). As normas já tinham sido publicadas em novembro de 2025, mas só agora entram em vigor, funcionando como um manual mais direto sobre quem pode mexer com cripto, quais padrões de segurança e governança vão ser cobrados e como algumas operações passam a ser tratadas dentro do mercado de câmbio.
A ideia do BC é simples: colocar as negociações de ativos virtuais num ambiente vigiado, pra diminuir espaço pra golpe e fraude, reforçar o combate à lavagem de dinheiro, mas sem travar a inovação.
As três resoluções
- Resolução 519: define as “regras do jogo” pra quem presta serviço com cripto no Brasil. Fala de transparência com cliente, governança, controles internos e integridade. É aqui que aparece o conceito das SPSAVs (Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais), que vão atuar nesse mercado com classificação por atividade (intermediação, custódia e corretagem).
- Resolução 520: trata do “como operar”. Define processos de autorização, prazos e exigências pra SPSAVs e instituições já reguladas (como bancos e corretoras) se enquadrarem.
- Resolução 521: mexe no enquadramento de parte do fluxo cripto. Determina quais operações passam a ser tratadas como câmbio e capitais internacionais, como transferências internacionais com cripto, uso de carteiras de autocustódia e operações com stablecoins.
O que muda pro investidor
Pro investidor, a mudança mais visível é uma peneira regulatória: a partir de 2026, só ficam no mercado as empresas que pedirem licença e seguirem as regras do BC. Isso aumenta a segurança e diminui risco de plataformas improvisadas.
Um ponto importante é a segregação patrimonial: corretoras terão que manter o dinheiro dos clientes separado do caixa da empresa. Além disso, acaba a farra das plataformas estrangeiras “fantasmas”: quem quiser atender brasileiro vai ter que ter CNPJ, sede e administração no país.
Outra novidade é o caminho do dinheiro em stablecoins e remessas, que passa a ter mais rastreabilidade. Isso pode abrir discussão sobre imposto (IOF), mas por enquanto não tem definição.
O que muda pras empresas
Pra empresa, o custo e a complexidade aumentam. Além da autorização, as SPSAVs vão precisar de controles mais fortes de compliance, gestão de riscos, segurança cibernética e combate à lavagem de dinheiro.
O BC também exige “musculatura financeira”: capital mínimo entre R$ 10,8 milhões e R$ 37,2 milhões, dependendo da atividade. Isso pode apertar as menores, que talvez precisem de investimento, reorganização ou até fusão.
Nas operações internacionais e com stablecoins, a Resolução 521 exige identificação do dono da carteira de destino, acabando com anonimato. E todas terão que seguir padrões parecidos com os do sistema financeiro tradicional.
Prazos
As regras entram em vigor em 2 de fevereiro, mas não significa que tudo muda de uma vez. É um marco regulatório: dali em diante começa a contar o prazo de enquadramento.
- Exchanges e SPSAVs já em operação têm até nove meses pra se adequar depois de pedir autorização.
- CTVMs não precisam pedir autorização, mas têm até nove meses pra entregar declaração de auditor independente comprovando conformidade.
- A Resolução 521 também começa dia 2, mas só a partir de maio as operações enquadradas em câmbio precisam ser reportadas.
Em resumo: quem já operava antes do dia 2 pode continuar, desde que peça autorização e se adeque em até nove meses. Quem não operava, só pode começar depois de receber o “ok” do BC.
$BTC $BNB $SOL
Criptomoedas que tão “bombando” hoje na BinanceO Synapse (SYN) tá num sobe-desce danado, com sinais mistos de compra e venda; o Enso (ENSO) mostra tendência neutra, sem força clara pra cima ou pra baixo; o Venus (XVS) tá mais pra venda no curto prazo, mas com indicadores de recuperação; já o Initia (INIT) e o QuarkChain (QKC) tão com sinais de compra moderada, podendo segurar a alta se o mercado ajudar. Em bom mineirês: “os trem tão subindo, mas tem que ficar de olho que pode dar ré a qualquer hora”. 🚦 Pontos de Atenção - Volatilidade alta: moedas pequenas como SYN e ENSO podem dar “pulos” grandes, mas também cair rápido. - Suportes e resistências: - SYN tem suporte perto de US$ 0,10 e resistência em US$ 0,35. - ENSO tá travado entre US$ 1,45 e US$ 2,33. - XVS encontra suporte em US$ 5,20 e resistência em US$ 6,50. - Estratégia mineira: entrar com calma, igual quem prova café quente — primeiro um gole pequeno pra não queimar a boca. 🧭 Conclusão - SYN e ENSO tão “ariscos”, bom pra quem gosta de risco. - XVS precisa de paciência, pode dar retorno mais devagar. - INIT e QKC tão mais estáveis, boas pra quem não quer susto grande.

Criptomoedas que tão “bombando” hoje na Binance

O Synapse (SYN) tá num sobe-desce danado, com sinais mistos de compra e venda; o Enso (ENSO) mostra tendência neutra, sem força clara pra cima ou pra baixo; o Venus (XVS) tá mais pra venda no curto prazo, mas com indicadores de recuperação; já o Initia (INIT) e o QuarkChain (QKC) tão com sinais de compra moderada, podendo segurar a alta se o mercado ajudar. Em bom mineirês: “os trem tão subindo, mas tem que ficar de olho que pode dar ré a qualquer hora”.
🚦 Pontos de Atenção
- Volatilidade alta: moedas pequenas como SYN e ENSO podem dar “pulos” grandes, mas também cair rápido.
- Suportes e resistências:
- SYN tem suporte perto de US$ 0,10 e resistência em US$ 0,35.
- ENSO tá travado entre US$ 1,45 e US$ 2,33.
- XVS encontra suporte em US$ 5,20 e resistência em US$ 6,50.
- Estratégia mineira: entrar com calma, igual quem prova café quente — primeiro um gole pequeno pra não queimar a boca.
🧭 Conclusão
- SYN e ENSO tão “ariscos”, bom pra quem gosta de risco.
- XVS precisa de paciência, pode dar retorno mais devagar.
- INIT e QKC tão mais estáveis, boas pra quem não quer susto grande.
Criptomoeda despencando na BinanceUai, sô… o trem das criptomoedas tá meio esquisito hoje lá na Binance. O Bitcoin deu uma tropeçada boa, caiu mais de 6% e tá na casa dos 83 mil dólares. O Ethereum também não escapou, desceu quase 7% e ficou abaixo dos 2.800 dólares. E as outras moedas, tipo Solana, Dogecoin e Cardano, tão tudo acompanhando a ladeira, caindo entre 7% e 8%. 🌽 Por que esse tombo? - Liquidação pesada: mais de 1 bilhão de dólares em operações alavancadas foram pro espaço, e isso puxou os preços pra baixo. - Mercado nervoso: até ouro e prata tão caindo, então o povo tá fugindo de risco. - Regulação nos EUA: projeto de lei mexendo com o setor cripto deixou o pessoal com a pulga atrás da orelha. - Clima de medo: a capitalização total das moedas digitais caiu pra 2,82 trilhões, ou seja, o mercado tá bem desconfiado. 🐓 E a Binance? Pra mostrar firmeza, a Binance resolveu converter 1 bilhão de dólares do fundo SAFU em Bitcoin. Esse fundo é tipo uma reserva de emergência criada em 2018 pra proteger os usuários. É como se fosse aquele “pé de meia” guardado pra hora do aperto. ⚠️ O que dá pra esperar - O mercado tá volátil demais, pode cair mais ou dar uns repiques. - As altcoins sofrem mais, porque são menores e balançam fácil. - Se tiver mais liquidação, pode vir outro tombo. - A regulação ainda vai dar pano pra manga. 🍵 Conclusão Hoje é dia de correção braba no mercado cripto. O povo tá assustado, mas a Binance tenta passar confiança segurando firme no Bitcoin. Mesmo assim, o cenário continua cheio de risco. É igual estrada de serra: tem que ir devagar, com cuidado, senão o carro derrapa.

Criptomoeda despencando na Binance

Uai, sô… o trem das criptomoedas tá meio esquisito hoje lá na Binance. O Bitcoin deu uma tropeçada boa, caiu mais de 6% e tá na casa dos 83 mil dólares. O Ethereum também não escapou, desceu quase 7% e ficou abaixo dos 2.800 dólares. E as outras moedas, tipo Solana, Dogecoin e Cardano, tão tudo acompanhando a ladeira, caindo entre 7% e 8%.
🌽 Por que esse tombo?
- Liquidação pesada: mais de 1 bilhão de dólares em operações alavancadas foram pro espaço, e isso puxou os preços pra baixo.
- Mercado nervoso: até ouro e prata tão caindo, então o povo tá fugindo de risco.
- Regulação nos EUA: projeto de lei mexendo com o setor cripto deixou o pessoal com a pulga atrás da orelha.
- Clima de medo: a capitalização total das moedas digitais caiu pra 2,82 trilhões, ou seja, o mercado tá bem desconfiado.
🐓 E a Binance?
Pra mostrar firmeza, a Binance resolveu converter 1 bilhão de dólares do fundo SAFU em Bitcoin. Esse fundo é tipo uma reserva de emergência criada em 2018 pra proteger os usuários. É como se fosse aquele “pé de meia” guardado pra hora do aperto.
⚠️ O que dá pra esperar
- O mercado tá volátil demais, pode cair mais ou dar uns repiques.
- As altcoins sofrem mais, porque são menores e balançam fácil.
- Se tiver mais liquidação, pode vir outro tombo.
- A regulação ainda vai dar pano pra manga.
🍵 Conclusão
Hoje é dia de correção braba no mercado cripto. O povo tá assustado, mas a Binance tenta passar confiança segurando firme no Bitcoin. Mesmo assim, o cenário continua cheio de risco. É igual estrada de serra: tem que ir devagar, com cuidado, senão o carro derrapa.
Criptomoeda subindo na BinanceÔ trem bão, sô! O mercado de criptomoeda tá daquele jeito: umas moedas disparando e deixando o povo animado. Na Binance, hoje quem tá brilhando mais que queijo na mesa de café é a Resolv (RESOLV), que subiu quase 29%. É de encher os olhos, uai! Mas não é só ela não. Outras também tão dando o que falar: - Decred (DCR), com mais de 15% de alta. - DODO, subindo firme, também na casa dos 15%. - Oasis (ROSE), crescendo quase 14%. - E até a famosa Axie Infinity (AXS), que já foi febre, tá se levantando de novo com mais de 12%. ☕ Conversa de mineiro sobre investimento Agora, vamo combinar: esse trem de criptomoeda é igual montanha de Minas. Uma hora cê tá lá em cima, vendo tudo bonito, outra hora desce rápido demais. Então, quem pensa em investir precisa ter calma, paciência e não se empolgar só com o “trem que subiu hoje”. - Liquidez: moeda pequena pode ser difícil de vender depois. - Volatilidade: sobe ligeiro, mas pode cair mais ligeiro ainda. - Diversificação: não põe todos os ovos na mesma cesta, igual galinha esperta.

Criptomoeda subindo na Binance

Ô trem bão, sô! O mercado de criptomoeda tá daquele jeito: umas moedas disparando e deixando o povo animado. Na Binance, hoje quem tá brilhando mais que queijo na mesa de café é a Resolv (RESOLV), que subiu quase 29%. É de encher os olhos, uai!
Mas não é só ela não. Outras também tão dando o que falar:
- Decred (DCR), com mais de 15% de alta.
- DODO, subindo firme, também na casa dos 15%.
- Oasis (ROSE), crescendo quase 14%.
- E até a famosa Axie Infinity (AXS), que já foi febre, tá se levantando de novo com mais de 12%.
☕ Conversa de mineiro sobre investimento
Agora, vamo combinar: esse trem de criptomoeda é igual montanha de Minas. Uma hora cê tá lá em cima, vendo tudo bonito, outra hora desce rápido demais. Então, quem pensa em investir precisa ter calma, paciência e não se empolgar só com o “trem que subiu hoje”.
- Liquidez: moeda pequena pode ser difícil de vender depois.
- Volatilidade: sobe ligeiro, mas pode cair mais ligeiro ainda.
- Diversificação: não põe todos os ovos na mesma cesta, igual galinha esperta.
Cathie Wood afirma que a bolha real está no ouro, não na inteligência artificialA subida do preço do ouro chamou a atenção da famosa investidora de tecnologia, Cathie Wood. Pra ela, quem tá vivendo uma bolha de verdade não é a inteligência artificial, não, mas sim o ouro. Essas palavras dela saíram na quinta-feira (29), bem na hora em que o ouro bateu um recorde histórico, passando dos US$ 5.600. Além disso, segundo os dados da Ark Invest, o metal alcançou também uma marca inédita dentro da chamada oferta monetária M2 dos Estados Unidos — que é aquela medida que junta o dinheiro em circulação, depósitos à vista, poupança, aplicações de prazo curto e fundos de mercado de varejo. Wood soltou no X (antigo Twitter): “Tem muita chance desse preço do ouro despencar”. Ela explicou que, quando os preços sobem de forma tão rápida e exagerada, até parece que vão longe, mas geralmente esses picos acontecem no fim de um ciclo. Pra ela, a bolha da vez não tá na inteligência artificial, mas sim no ouro$PAXG . A tal previsão da Wood sobre o mercado financeiro bateu na mosca, uai. O ouro despencou mais de 8% nas últimas 24 horas, ficando por volta de uns US$ 4.893 a onça. E a prata, coitada, tá numa situação ainda pior: caiu mais de 25% num único dia, chegando perto de US$ 85. Essa derrubada dos metais preciosos na sexta acabou servindo de confirmação pro que a Wood já vinha dizendo: que o Bitcoin, por ser limitado, é muito mais atraente que o ouro. Ela até escreveu no relatório de 2026: “Os mineradores de ouro conseguem aumentar a produção, mas isso é coisa que não dá pra fazer com o Bitcoin”. Segundo ela, o Bitcoin tá programado pra crescer só uns 0,82% ao ano nos próximos dois anos, e depois vai cair pra 0,41% ao ano. Como manda-chuva da Ark Invest, Wood tá animada demais com o futuro do Bitcoin. Chegou a projetar que a moeda pode valer até US$ 1,2 milhão até 2030. É menos que a previsão antiga de US$ 1,5 milhão, mas isso porque as stablecoins tão ganhando espaço. A empresa dela também tá de olho no sucesso das criptos, com participação em companhias como a Coinbase, a Circle e até no próprio ETF de Bitcoin$BTC à vista, o ARKB. Sobre bolhas, ela não acha que a inteligência artificial seja a vilã da vez. Pelo contrário, disse que fica até mais tranquila quando o povo compara o momento atual da IA com a bolha das empresas de tecnologia lá dos anos 2000. “Se tanta gente tá preocupada com isso, pra mim é sinal de que é diferente daquela época”, contou num podcast da Ark Invest em novembro. Mas nem todo mundo tá sossegado, não. Tem investidor com o pé atrás, achando que esses gastos enormes com IA podem dar ruim. Pra se ter ideia, as ações da Microsoft caíram mais de 10% na quinta-feira, justamente porque o pessoal achou que os investimentos em inteligência artificial passaram da conta.

Cathie Wood afirma que a bolha real está no ouro, não na inteligência artificial

A subida do preço do ouro chamou a atenção da famosa investidora de tecnologia, Cathie Wood. Pra ela, quem tá vivendo uma bolha de verdade não é a inteligência artificial, não, mas sim o ouro.
Essas palavras dela saíram na quinta-feira (29), bem na hora em que o ouro bateu um recorde histórico, passando dos US$ 5.600. Além disso, segundo os dados da Ark Invest, o metal alcançou também uma marca inédita dentro da chamada oferta monetária M2 dos Estados Unidos — que é aquela medida que junta o dinheiro em circulação, depósitos à vista, poupança, aplicações de prazo curto e fundos de mercado de varejo.
Wood soltou no X (antigo Twitter): “Tem muita chance desse preço do ouro despencar”. Ela explicou que, quando os preços sobem de forma tão rápida e exagerada, até parece que vão longe, mas geralmente esses picos acontecem no fim de um ciclo. Pra ela, a bolha da vez não tá na inteligência artificial, mas sim no ouro$PAXG .

A tal previsão da Wood sobre o mercado financeiro bateu na mosca, uai. O ouro despencou mais de 8% nas últimas 24 horas, ficando por volta de uns US$ 4.893 a onça. E a prata, coitada, tá numa situação ainda pior: caiu mais de 25% num único dia, chegando perto de US$ 85.
Essa derrubada dos metais preciosos na sexta acabou servindo de confirmação pro que a Wood já vinha dizendo: que o Bitcoin, por ser limitado, é muito mais atraente que o ouro.
Ela até escreveu no relatório de 2026: “Os mineradores de ouro conseguem aumentar a produção, mas isso é coisa que não dá pra fazer com o Bitcoin”. Segundo ela, o Bitcoin tá programado pra crescer só uns 0,82% ao ano nos próximos dois anos, e depois vai cair pra 0,41% ao ano.
Como manda-chuva da Ark Invest, Wood tá animada demais com o futuro do Bitcoin. Chegou a projetar que a moeda pode valer até US$ 1,2 milhão até 2030. É menos que a previsão antiga de US$ 1,5 milhão, mas isso porque as stablecoins tão ganhando espaço.
A empresa dela também tá de olho no sucesso das criptos, com participação em companhias como a Coinbase, a Circle e até no próprio ETF de Bitcoin$BTC à vista, o ARKB.
Sobre bolhas, ela não acha que a inteligência artificial seja a vilã da vez. Pelo contrário, disse que fica até mais tranquila quando o povo compara o momento atual da IA com a bolha das empresas de tecnologia lá dos anos 2000.
“Se tanta gente tá preocupada com isso, pra mim é sinal de que é diferente daquela época”, contou num podcast da Ark Invest em novembro.
Mas nem todo mundo tá sossegado, não. Tem investidor com o pé atrás, achando que esses gastos enormes com IA podem dar ruim. Pra se ter ideia, as ações da Microsoft caíram mais de 10% na quinta-feira, justamente porque o pessoal achou que os investimentos em inteligência artificial passaram da conta.
Tether bate recorde em títulos do Tesouro dos EUA lucros recuam 23% em um anoÔ trem, a Tether — que é quem põe o USDt no mundo, a maior stablecoin que tem — contou que em 2025 ganhou uns US$ 3 bilhões a menos de lucro líquido. Mesmo assim, os caboclos tão firmes: as aplicações dela em título do Tesouro dos Estados Unidos bateram recorde histórico. Num relatório que saiu na sexta-feira, feito pela firma de contabilidade BDO, a Tether disse que fechou 2025 com mais de US$ 10 bilhões de lucro líquido. É uma queda de uns 23% se comparar com os US$ 13 bilhões que tinham mostrado em 2024. Mas, por outro lado, eles falaram que as aplicações diretas em título do Tesouro americano passaram de US$ 122 bilhões em 2025, o maior valor de todos os tempos. Pra eles, isso mostra que tão virando cada vez mais pra investimento seguro e fácil de mexer. Ô trem bão de contar: a Tether soltou nada menos que uns US$ 50 bilhões em USDt nesses últimos 12 meses. O chefão da firma, Paolo Ardoino, falou que o povo tá querendo cada vez mais essa tal de stablecoin, já que a procura por dólar andou saindo das estradinhas tradicionais dos bancos. Esse USDt ganhou força justamente onde os sistemas financeiros são mais devagar, cheios de remendo ou até difíceis de acessar. Segundo ele, virou tipo uma “rede social do dinheiro”, usada no mundo inteiro como nunca se viu. O pessoal que mexe com cripto fica de olho nos números da Tether, porque o USDt é peça grande nesse mercado. Hoje ele tá em terceiro lugar entre as criptomoedas, só atrás do Bitcoin e do Ether, com uma capitalização de mercado de mais de US$ 185 bilhões. Pra quem faz troca e precisa de liquidez, o USDt funciona como se fosse o próprio dólar, servindo de garantia e movimentação. E não para por aí: a Tether também tem uma moeda digital lastreada em ouro, a XAUt, e vem juntando ouro faz tempo. Até setembro de 2025, já tinha US$ 12 bilhões em exposição, com mais de 520 mil onças troy guardadas só pro XAUt — coisa de 16 toneladas métricas. Fora isso, mantém uma reserva maior de 130 toneladas, avaliada em uns US$ 22 bilhões. Um porta-voz da empresa explicou que esse ouro físico é separado direitinho: o que garante cada token XAUt fica isolado, podendo até ser resgatado com entrega física. $USDT $XAU {future}(XAUUSDT)

Tether bate recorde em títulos do Tesouro dos EUA lucros recuam 23% em um ano

Ô trem, a Tether — que é quem põe o USDt no mundo, a maior stablecoin que tem — contou que em 2025 ganhou uns US$ 3 bilhões a menos de lucro líquido. Mesmo assim, os caboclos tão firmes: as aplicações dela em título do Tesouro dos Estados Unidos bateram recorde histórico.
Num relatório que saiu na sexta-feira, feito pela firma de contabilidade BDO, a Tether disse que fechou 2025 com mais de US$ 10 bilhões de lucro líquido. É uma queda de uns 23% se comparar com os US$ 13 bilhões que tinham mostrado em 2024.
Mas, por outro lado, eles falaram que as aplicações diretas em título do Tesouro americano passaram de US$ 122 bilhões em 2025, o maior valor de todos os tempos. Pra eles, isso mostra que tão virando cada vez mais pra investimento seguro e fácil de mexer.

Ô trem bão de contar: a Tether soltou nada menos que uns US$ 50 bilhões em USDt nesses últimos 12 meses. O chefão da firma, Paolo Ardoino, falou que o povo tá querendo cada vez mais essa tal de stablecoin, já que a procura por dólar andou saindo das estradinhas tradicionais dos bancos.
Esse USDt ganhou força justamente onde os sistemas financeiros são mais devagar, cheios de remendo ou até difíceis de acessar. Segundo ele, virou tipo uma “rede social do dinheiro”, usada no mundo inteiro como nunca se viu.
O pessoal que mexe com cripto fica de olho nos números da Tether, porque o USDt é peça grande nesse mercado. Hoje ele tá em terceiro lugar entre as criptomoedas, só atrás do Bitcoin e do Ether, com uma capitalização de mercado de mais de US$ 185 bilhões. Pra quem faz troca e precisa de liquidez, o USDt funciona como se fosse o próprio dólar, servindo de garantia e movimentação.
E não para por aí: a Tether também tem uma moeda digital lastreada em ouro, a XAUt, e vem juntando ouro faz tempo. Até setembro de 2025, já tinha US$ 12 bilhões em exposição, com mais de 520 mil onças troy guardadas só pro XAUt — coisa de 16 toneladas métricas. Fora isso, mantém uma reserva maior de 130 toneladas, avaliada em uns US$ 22 bilhões.
Um porta-voz da empresa explicou que esse ouro físico é separado direitinho: o que garante cada token XAUt fica isolado, podendo até ser resgatado com entrega física.
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Ceará explora uso de blockchain para gerar valor econômico da águaA CearaPar, empresa que cuida de participação e gestão de ativos lá no Ceará, levou pra Casa Civil do Governo um projeto diferente: usar blockchain pra montar e tocar um Sistema de Créditos Hídricos (SCH). A ideia é transformar a água num ativo financeiro que pode ser negociado, tudo com transparência e segurança garantida pela tecnologia. Esse plano foi apresentado pela presidente Luiza Martins pro assessor de inovação da Casa Civil, Antônio Gomes Vidal, e virou assunto na visita divulgada em 28 de janeiro de 2026. Segundo Luiza, essa visita mostra que a CearaPar é o braço técnico do Estado pra estruturar projetos estratégicos e juntar os órgãos do governo, ajudando no desenvolvimento econômico e socioambiental do Ceará. O projeto tem até apoio da UNIDO e já tá andando bem. O tal Sistema de Créditos Hídricos funciona como um mercado voluntário: gera créditos quando tem eficiência no uso da água de verdade. Pra dar um exemplo, em outubro de 2025, um grupo de trabalho juntou especialistas da Secretaria de Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Fazenda, a parceira Hypercube, a UNIDO e a Cogerh pra discutir o assunto. A proposta é que indústrias que fazem reúso, dessalinização ou aproveitam água da chuva possam criar ativos, representando a água que foi economizada ou adicionada ao sistema. Um detalhe interessante é o financiamento perpétuo: por lei, 30% de cada transação volta direto pra infraestrutura do Estado. Assim, cada negociação ajuda a bancar obras reais de segurança hídrica, criando um ciclo positivo. A Hypercube garante a integridade com a blockchain, registrando cada metro cúbico pra não ter duplicidade. Já a Cogerh faz a validação técnica, conferindo se a economia de água é real antes de liberar o ativo digital. Com esses avanços, dá pra ver que a água entrou de vez no debate sobre blockchain lá no Nordeste. $RWA $PAXG $BTC

Ceará explora uso de blockchain para gerar valor econômico da água

A CearaPar, empresa que cuida de participação e gestão de ativos lá no Ceará, levou pra Casa Civil do Governo um projeto diferente: usar blockchain pra montar e tocar um Sistema de Créditos Hídricos (SCH). A ideia é transformar a água num ativo financeiro que pode ser negociado, tudo com transparência e segurança garantida pela tecnologia.
Esse plano foi apresentado pela presidente Luiza Martins pro assessor de inovação da Casa Civil, Antônio Gomes Vidal, e virou assunto na visita divulgada em 28 de janeiro de 2026.
Segundo Luiza, essa visita mostra que a CearaPar é o braço técnico do Estado pra estruturar projetos estratégicos e juntar os órgãos do governo, ajudando no desenvolvimento econômico e socioambiental do Ceará.
O projeto tem até apoio da UNIDO e já tá andando bem. O tal Sistema de Créditos Hídricos funciona como um mercado voluntário: gera créditos quando tem eficiência no uso da água de verdade.
Pra dar um exemplo, em outubro de 2025, um grupo de trabalho juntou especialistas da Secretaria de Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Fazenda, a parceira Hypercube, a UNIDO e a Cogerh pra discutir o assunto.
A proposta é que indústrias que fazem reúso, dessalinização ou aproveitam água da chuva possam criar ativos, representando a água que foi economizada ou adicionada ao sistema.
Um detalhe interessante é o financiamento perpétuo: por lei, 30% de cada transação volta direto pra infraestrutura do Estado. Assim, cada negociação ajuda a bancar obras reais de segurança hídrica, criando um ciclo positivo.
A Hypercube garante a integridade com a blockchain, registrando cada metro cúbico pra não ter duplicidade. Já a Cogerh faz a validação técnica, conferindo se a economia de água é real antes de liberar o ativo digital.
Com esses avanços, dá pra ver que a água entrou de vez no debate sobre blockchain lá no Nordeste.
$RWA $PAXG $BTC
China executa 11 integrantes de quadrilha do Bitcoin que escravizava brasileiros em call centersNa quinta-feira passada (29), a China mandou pro paredão onze cabras da família Ming, um grupo de bandido forte que fazia miséria lá na divisa com Mianmar. Esse povo ficou famoso no mundo inteiro por tocar uns “complexos” de ciberescravidão, onde gente era obrigada a trabalhar à força. O esquema deles era aplicar golpe na internet: mexiam com fraude de criptomoeda, jogo de azar escondido e até aquele trem chamado “abate de porco”, que é enganar a pessoa até arrancar tudo que ela tem. A justiça chinesa já tinha condenado essa turma em setembro, lá na província de Zhejiang, por crime de morte, sequestro e fraude. Os Mings mandavam na cidade de Laukkaing, em Mianmar, e transformaram um lugar pobre num centro cheio de cassino e prostituição, protegido por milícia até o fim de 2023. Mas o castelo de cartas caiu quando a China, cansada da enrolação dos militares de Mianmar, apoiou os rebeldes que tomaram a cidade e entregaram os criminosos pra Pequim. Segundo a BBC, essa execução foi um recado bem claro do governo chinês pros golpistas da região. Só que ainda tem muito integrante da família Ming solto, tocando golpe por aí. Depois da prisão dos chefes, parte dos esquemas migrou pra outros países onde a China não tem tanta força. E a notícia bateu forte aqui no Brasil. O mineiro Phelipe de Moura Ferreira, de 26 anos, que sobreviveu a um desses “campos digitais”, reconheceu um dos executados. Em entrevista ao G1, ele contou que ficou três meses preso em 2024 e que o chefe chinês do complexo, que agora foi executado, era quem batia nele e em outro brasileiro, Luckas. Pra Phelipe, essa condenação é mais que notícia: é um marco na luta por justiça. Esse caso mostra um trem preocupante: muita gente daqui, na esperança de arrumar emprego pela internet, acaba caindo em armadilha de tráfico humano e vai parar em centro de trabalho escravo, sendo obrigada a aplicar golpe pra sobreviver. $BTC

China executa 11 integrantes de quadrilha do Bitcoin que escravizava brasileiros em call centers

Na quinta-feira passada (29), a China mandou pro paredão onze cabras da família Ming, um grupo de bandido forte que fazia miséria lá na divisa com Mianmar. Esse povo ficou famoso no mundo inteiro por tocar uns “complexos” de ciberescravidão, onde gente era obrigada a trabalhar à força.
O esquema deles era aplicar golpe na internet: mexiam com fraude de criptomoeda, jogo de azar escondido e até aquele trem chamado “abate de porco”, que é enganar a pessoa até arrancar tudo que ela tem.
A justiça chinesa já tinha condenado essa turma em setembro, lá na província de Zhejiang, por crime de morte, sequestro e fraude.
Os Mings mandavam na cidade de Laukkaing, em Mianmar, e transformaram um lugar pobre num centro cheio de cassino e prostituição, protegido por milícia até o fim de 2023. Mas o castelo de cartas caiu quando a China, cansada da enrolação dos militares de Mianmar, apoiou os rebeldes que tomaram a cidade e entregaram os criminosos pra Pequim.
Segundo a BBC, essa execução foi um recado bem claro do governo chinês pros golpistas da região. Só que ainda tem muito integrante da família Ming solto, tocando golpe por aí. Depois da prisão dos chefes, parte dos esquemas migrou pra outros países onde a China não tem tanta força.
E a notícia bateu forte aqui no Brasil. O mineiro Phelipe de Moura Ferreira, de 26 anos, que sobreviveu a um desses “campos digitais”, reconheceu um dos executados. Em entrevista ao G1, ele contou que ficou três meses preso em 2024 e que o chefe chinês do complexo, que agora foi executado, era quem batia nele e em outro brasileiro, Luckas. Pra Phelipe, essa condenação é mais que notícia: é um marco na luta por justiça.
Esse caso mostra um trem preocupante: muita gente daqui, na esperança de arrumar emprego pela internet, acaba caindo em armadilha de tráfico humano e vai parar em centro de trabalho escravo, sendo obrigada a aplicar golpe pra sobreviver.
$BTC
“Schiff afirma que quem segura bitcoin vai se frustrar, pois o ouro seguirá valorizando.”Peter Schiff, todo animado com a disparada do ouro, resolveu dar mais uma cutucada nos caboclos que seguram firme o bitcoin, os tais dos Hodlers. Ele fez a publicação lá no X, na quinta-feira (29), logo depois que o ouro bateu mais um recorde de valorização. Segundo esse defensor antigo do metal, lá em 2017, no auge, um bitcoin valia coisa de 14 onças de ouro. Só que hoje, mesmo com toda a movimentação do mercado, 1 BTC tá saindo por pouco mais de 16 onças troy. Pra Schiff, isso mostra que a moeda digital não brilhou tanto quanto o ouro nesse tempo todo. Ele fez as contas e disse que, nesses nove anos, o bitcoin só rendeu uns 12% a mais que o ouro, o que dá uma média de 1,3% por ano. Na visão dele, é retorno pequeno demais pra um risco tão grande. Por isso, acredita que os Hodlers ainda vão perceber que não valeu a pena segurar a bronca. Pra Schiff, o ouro vai continuar subindo, enquanto o bitcoin deve despencar. E ele resumiu assim: “Em 2017, no pico de quase 20 mil dólares, o Bitcoin valia 14,25 onças de ouro. Hoje, vale 16. Isso é só 12% em nove anos. Será que compensou correr tanto risco pra ganhar 1,3% ao ano? Os Hodlers vão descobrir da pior forma, quando o Bitcoin cair e o ouro $PAXG seguir firme na alta.” Mesmo com o empurrão de Trump e o pessoal de Wall Street, quem apostou no tal do bitcoin não viu tanto lucro quanto quem ficou no ouro. O Schiff, que vive batendo na tecla de que bitcoin não é reserva de valor, falou que nem com o apoio do presidente dos Estados Unidos a turma que segura bitcoin há mais tempo conseguiu se dar bem. Ele ainda lembrou que Wall Street também anda dando força pro bitcoin, mas, no fim das contas, quem comprou ouro ou prata tá rindo mais à toa. Segundo ele: “Hoje o bitcoin vale só 15,5 onças de ouro, uma queda de 57% desde o pico de 2021 e só 10% acima do topo de 2017. Com toda propaganda e apoio de Wall Street e do governo Trump, a maioria teria se saído melhor comprando ouro ou prata”. Lá em El Salvador, no evento Plan B da comunidade bitcoiner, Schiff continua firme dizendo que não acredita no bitcoin. E os números tão mostrando: janeiro de 2026 fechou com a pior cotação do BTC, caindo pra 81 mil dólares na quinta (29) e 83 mil na sexta (30). Já o ouro, que bateu 5,45 mil dólares na quinta, deu uma recuada pra 4.874 na sexta, mas ainda deve fechar o mês em alta.

“Schiff afirma que quem segura bitcoin vai se frustrar, pois o ouro seguirá valorizando.”

Peter Schiff, todo animado com a disparada do ouro, resolveu dar mais uma cutucada nos caboclos que seguram firme o bitcoin, os tais dos Hodlers. Ele fez a publicação lá no X, na quinta-feira (29), logo depois que o ouro bateu mais um recorde de valorização.
Segundo esse defensor antigo do metal, lá em 2017, no auge, um bitcoin valia coisa de 14 onças de ouro. Só que hoje, mesmo com toda a movimentação do mercado, 1 BTC tá saindo por pouco mais de 16 onças troy. Pra Schiff, isso mostra que a moeda digital não brilhou tanto quanto o ouro nesse tempo todo.
Ele fez as contas e disse que, nesses nove anos, o bitcoin só rendeu uns 12% a mais que o ouro, o que dá uma média de 1,3% por ano. Na visão dele, é retorno pequeno demais pra um risco tão grande.
Por isso, acredita que os Hodlers ainda vão perceber que não valeu a pena segurar a bronca. Pra Schiff, o ouro vai continuar subindo, enquanto o bitcoin deve despencar.
E ele resumiu assim:
“Em 2017, no pico de quase 20 mil dólares, o Bitcoin valia 14,25 onças de ouro. Hoje, vale 16. Isso é só 12% em nove anos. Será que compensou correr tanto risco pra ganhar 1,3% ao ano? Os Hodlers vão descobrir da pior forma, quando o Bitcoin cair e o ouro $PAXG seguir firme na alta.”

Mesmo com o empurrão de Trump e o pessoal de Wall Street, quem apostou no tal do bitcoin não viu tanto lucro quanto quem ficou no ouro.
O Schiff, que vive batendo na tecla de que bitcoin não é reserva de valor, falou que nem com o apoio do presidente dos Estados Unidos a turma que segura bitcoin há mais tempo conseguiu se dar bem.
Ele ainda lembrou que Wall Street também anda dando força pro bitcoin, mas, no fim das contas, quem comprou ouro ou prata tá rindo mais à toa.
Segundo ele: “Hoje o bitcoin vale só 15,5 onças de ouro, uma queda de 57% desde o pico de 2021 e só 10% acima do topo de 2017. Com toda propaganda e apoio de Wall Street e do governo Trump, a maioria teria se saído melhor comprando ouro ou prata”.
Lá em El Salvador, no evento Plan B da comunidade bitcoiner, Schiff continua firme dizendo que não acredita no bitcoin.
E os números tão mostrando: janeiro de 2026 fechou com a pior cotação do BTC, caindo pra 81 mil dólares na quinta (29) e 83 mil na sexta (30). Já o ouro, que bateu 5,45 mil dólares na quinta, deu uma recuada pra 4.874 na sexta, mas ainda deve fechar o mês em alta.
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