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Quem são os big players?Imagine um chefe que entra na sala, vira a mesa e pergunta quem realmente sabe o que está fazendo. Esse é o mercado cripto. Em um dia, surgem manchetes anunciando o fim de tudo. No outro, bilhões mudam de mãos enquanto ninguém está olhando. O próprio Bitcoin já foi chamado de moda, bolha, golpe e brinquedo de internet. Ainda assim, grandes investidores continuam comprando, carteiras antigas seguem se movendo e a atividade nas redes não dá sinais de abandono. Enquanto parte do público entra em pânico, outra parte ajusta posição em silêncio. A questão é que nada disso acontece por acaso. Quem sobreviveu aos ciclos mais violentos aprendeu rápido que emoção é cara e informação vale ouro. Não se trata de adivinhar o próximo topo, mas de entender por que algumas pessoas acertam mais. Felizmente, algumas dessas grandes mentes deixaram rastros — decisões repetidas, erros evitados e padrões claros. Vamos ver o que foi necessário fazer para sair do nada e construir sucesso nesse mercado. Michael Saylor e a grande aposta da MicroStrategy no Bitcoin Michael Saylor, cofundador da MicroStrategy (empresa de software de inteligência de negócios), virou um dos maiores evangelistas do Bitcoin entre executivos. Em agosto de 2020, ele iniciou uma grande mudança na tesouraria da empresa: em vez de segurar caixa, começou a comprar Bitcoin. Naquele mês a MicroStrategy anunciou a compra de 21.454 BTC por cerca de US$250 milhões, usando parte de seus recursos, numa estratégia de “proteção contra inflação”. Saylor explicou que acreditava no Bitcoin como “um depósito de valor confiável e um ativo de investimento atraente, com potencial de valorização a longo prazo maior do que manter dinheiro”. Ele também citou fatores macro – como estímulos financeiros massivos durante a pandemia, possível desvalorização das moedas fiduciárias e incertezas globais – que motivaram essa decisão, comparando o Bitcoin a um “ouro digital”: “mais duro, forte, rápido e inteligente do que qualquer dinheiro que o precedeu” A partir dessa decisão inicial, MicroStrategy manteve um ritmo intenso de compras. Entre agosto e setembro de 2020, foram adicionados 38.250 BTC (~US$425 milhões) à tesouraria. Em dezembro de 2020 a empresa captou US$650 milhões em debêntures conversíveis justamente para comprar mais bitcoins. Em junho de 2021, usou cerca de US$489 milhões em caixa para adquirir mais 13.005 BTC (a US$37.617 cada). Esses movimentos constantes deixaram claro que Saylor via o Bitcoin como carro-chefe da estratégia financeira da empresa, acima até de seu próprio negócio de software. Em um press release ele resumiu: a MicroStrategy agora tinha 105.085 bitcoins, custeados em US$2,741 bilhões. Em outras palavras, em poucos anos transformou o caixa tradicional numa imensa reserva em BTC. Como Saylor convenceu investidores e o mercado Um ponto-chave na estratégia de Saylor foi convencer acionistas e analistas de que esse plano fazia sentido. Ele não tomou essa decisão sozinho: precisou educar investidores tradicionais sobre o Bitcoin. Segundo reportagens, levou cerca de seis meses até que a diretoria e grandes fundos entendessem o movimento. Saylor promoveu webinars, Q&A exclusivos e até uma seção especial de materiais educativos sobre Bitcoin no site da empresa. Em uma teleconferência, por exemplo, 10 das 25 perguntas dos analistas foram sobre criptomoedas. O discurso de Saylor para o mercado foi claro: “vamos usar nosso caixa excedente para comprar Bitcoin como um hedge contra a desvalorização do dólar”. Ele argumentou que, enquanto títulos do governo e cash rendiam quase zero, o Bitcoin oferecia a chance de ganhos muito maiores a longo prazo. Phong Le, então CFO da MicroStrategy, resumiu bem: comprar US$250 milhões em Bitcoin “nos dá a oportunidade de obter retornos melhores e preservar o valor do capital ao longo do tempo, em comparação com manter em dinheiro”. Em suma, Saylor prometeu aos acionistas uma estratégia de longo prazo focada em crescimento do patrimônio – se tudo desse certo, os lucros do Bitcoin elevavam a empresa; se desse errado, o máximo risco era uma baixa no valor contábil, sem afetar o negócio principal de software. Estratégias de acumular mais $BTC Para acumular quantidades tão grandes de Bitcoin, Saylor adotou métodos criativos de captação de recursos. Em vez de usar somente lucros operacionais, a MicroStrategy emitiu dívida e vendeu ações especificamente para comprar BTC. Por exemplo, em dezembro de 2020 levantou US$650 milhões em debêntures conversíveis e aplicou quase tudo em mais bitcoins. Em 2024, seguiu o mesmo caminho: em junho de 2024 emitiu US$800 milhões em novos notes conversíveis (vencimento 2032) e usou esses recursos para comprar mais de 12.000 BTC no segundo trimestre. Saylor chamou essa prática de “alavancagem inteligente”: a MicroStrategy troca parte de seu capital próprio (novas ações) ou dívida por mais bitcoins, porque acredita ser mais lucrativo do que distribuir dividendos. Em outubro de 2024, anunciou um plano de US$42 bilhões (21 bilhões em ações e 21 em dívida) justamente para intensificar a compra de Bitcoin nos próximos anos. Em resumo, a estratégia foi clara: sempre que o mercado de capitais permite, a empresa levanta dinheiro novo (vendendo ações ou títulos) e converte em Bitcoin, como forma de crescer sua reserva de cripto ao longo do tempo. A visão de longo prazo Michael explica que enxerga o Bitcoin como “ouro digital” e reserva de valor do século 21. Ele destaca a oferta finita de 21 milhões de moedas: diferente do dinheiro impresso pelos bancos centrais, o Bitcoin tem emissão programada que será zerada em breve. Por isso, segundo ele, sua escassez e segurança (rede robusta) vão sustentar o preço no longo prazo. Em entrevistas e comunicados, Saylor enfatiza características do Bitcoin como aceitação global, independência de governos e transparência técnica. Ele chegou a prever que, com a adoção crescente, o preço do Bitcoin poderia chegar a US$1 milhão por moeda no futuro. Em resumo, a filosofia é: compras grandes hoje se pagam no futuro. Para Saylor, volatilidade pontual não importa – desde que a tendência seja de alta no longo prazo. Analistas como Jameson Lopp até comentam que essa estratégia foi “uma mudança fundamental na gestão do caixa corporativo”, tratando o Bitcoin não como aposta de curto prazo, mas como componente fixo do balanço da empresa. É claro que essa aposta gigantesca não passou sem críticas. Gold bugs como Peter Schiff chegaram a chamar Saylor de “charlatão” por abandonar o ouro, e analistas céticos apontam o risco de liquidez e precificação. Mas Saylor não se abala: repete que volatilidade é “o presente de Satoshi para os fiéis” – ou seja, quem permanece aproveita os melhores preços de compra. Por exemplo, ele disse em entrevista que a empresa conseguiria suportar uma queda de 80–90% no preço do Bitcoin e ainda continuar de pé, justamente porque tem foco no longo prazo. No início de 2026, quando o Bitcoin caiu perto de US$70–75 mil, Saylor continuou comprando – em apenas alguns dias foram mais de 22.000 BTC adquiridos. Seu argumento costuma ser: “O único risco real seria admitir derrota e parar de comprar”. Em outras palavras, as turbulências de mercado não o faziam recuar. Pelo contrário, ele reforçava: cada bear market (ciclo de baixa) era oportunidade para acumular, enquanto a maioria vendia. Em resumo, ele lida com as críticas insistindo na visão de longo prazo e usando cada queda para comprar mais barato, sempre visando o resultado daqui a décadas. A posição atual em Bitcoin Hoje, a posição da MicroStrategy (agora rebatizada Strategy, Inc.) é impressionante. No fim de 2024 ela já detinha cerca de 447.470 BTC custeados em US$27,97 bilhões. Em novembro de 2025 esse número já havia subido para aproximadamente 649.870 BTC. E em janeiro de 2026 foi reportado que a Strategy acumulou cerca de 709.715 bitcoins no total. Essa quantidade representa cerca de 3,2% de todos os bitcoins que existirão. Além disso, Saylor revelou que esses 709 mil BTC custaram, em média, US$53.924 cada. Em valor de mercado atual, são dezenas de bilhões de dólares em Bitcoins. A empresa continua a dizer que vai manter o BTC como seu principal ativo de reserva, ajustando a tesouraria de acordo (já que, a partir de 2025, passou a contabilizar o Bitcoin a valor de mercado em vez de custo). Em suma, Saylor cumpriu sua aposta: hoje a MicroStrategy/Strategy é a maior tesouraria corporativa de Bitcoin do mundo. {spot}(BTCUSDT) A jornada de Arthur Hayes no mundo cripto Arthur Hayes nasceu em Detroit em 1985 e cresceu em Buffalo (Nova Iorque). Foi aluno brilhante: estudou em uma escola particular e, em 2008, formou-se em Economia e Finanças na Wharton School (Universidade da Pensilvânia). Logo depois, mudou-se para Hong Kong para trabalhar em bancos de investimento. Começou no Deutsche Bank (2008–2011) como trader de derivativos de ações e depois foi para o Citigroup, onde era chefe de formador de mercado de ETFs. Essa experiência em mercados complexos de derivativos lhe deu as bases que ele usaria mais tarde em criptos. Ao final de 2013, com 28 anos, Hayes foi demitido do Citigroup. Foi então que ele decidiu “criar algo” novo, misturando seu talento em instrumentos financeiros com uma nova paixão: o Bitcoin. Num relato futuro, ele contou que, livre de amarras, quis aplicar seu conhecimento de derivativos ao mundo das criptomoedas. Após deixar o mercado financeiro tradicional, viu no Bitcoin uma oportunidade única. Ele passou a usar estratégias de arbitragem de Bitcoin entre bolsas asiáticas – por exemplo, vendia em uma e comprava em outra – transportando o dinheiro em espécie entre Hong Kong e a China de mochila. Esse foi o primeiro passo de sua imersão no ecossistema cripto. Em 2014, uniu forças com o colega britânico Ben Delo e o engenheiro Sam Reed para fundar a BitMEX. A ideia foi criar uma exchange de criptomoedas voltada a traders profissionais, focada não em vender moedas em si, mas em contratos de derivativos – ou seja, apostas alavancadas sobre o preço do Bitcoin. Hayes e os fundadores até inventaram um tipo de contrato inédito: o perpetual swap, que não tem data de vencimento e permite negociação 24/7. Assim, um investidor podia apostar no Bitcoin com até 100x de alavancagem, o que potencializava ganhos (e riscos) de forma inédita. Fundação da BitMEX e ascensão meteórica A aposta deu certo. Em pouco tempo, a BitMEX tornou-se uma gigante: em seu primeiro ano faturou mais de US$ 1 bilhão. Em 2018-2019, a BitMEX passou a ser a exchange de derivados de cripto mais movimentada do mundo. Arthur chegava a afirmar: “Somos a maior plataforma de trading do mundo, considerando quem negocia produtos cripto”. A plataforma atingiu picos de volume diários extraordinários – chegou a negociar US$ 16 bilhões num único dia, e cerca de US$ 1 trilhão num ano. Nesse período, jornais britânicos chegaram a chamá-lo de um dos “mais jovens bilionários self-made” da cripto. Sua fama vinha tanto da tecnologia quanto do estilo. Hayes cultivou uma imagem de executivo ousado e provocador (parecido com um personagem de série de TV), vivendo em Hong Kong, esquiando no Japão e discutindo abertamente nos mercados. Ele doou milhões para instituições de caridade – por exemplo, 2,24 milhões de dólares a um fundo universitário em 2019 – mas também fazia declarações fortes sobre as regulações. Era conhecido por elogiar a alavancagem máxima da BitMEX (“Trade sem alavancagem é como dirigir Lamborghini na primeira marcha” chegou a brincar em seu blog) e por mostrar confiança extrema no negócio que ajudou a criar. Tudo isso o tornou uma figura muito influente na cripto até meados de 2020. Estratégias de trading: macro e ciclos de liquidez Ele desenvolveu estratégias que combinam visão macroeconômica e timing de ciclos de liquidez. Ele costumava dizer que estuda “o ritmo com que os governos imprimem dinheiro” e como o mercado espera que esse ritmo mude. Para ele, esse nível de liquidez – quantidade de dinheiro injetada na economia – é a variável chave que impulsiona ativos escassos como o Bitcoin e o ouro. Em outras palavras, quando bancos centrais criam muito dinheiro (expansão monetária), Hayes vê como um sinal de alta potencial no cripto. • Carteira focada em Bitcoin: Hayes considera o Bitcoin o ativo mais seguro contra a impressão monetária excessiva. Ele disse que prefere manter a maior parte de sua riqueza em Bitcoin, pois acredita que, diante de “impressões crônicas de dinheiro”, o Bitcoin provavelmente “superará outros ativos”. • “Shitcoins” para mais Bitcoin: Apesar de não ser um maximalista estrito (criticando o termo “moedinha inútil” – shitcoin – de forma irônica), ele usa altcoins para ganhar mais Bitcoin. Como comentou: “Nós compramos shitcoins e ganhamos mais Bitcoin”; ou seja, busca ganhos rápidos em moedas alternativas e converte os lucros para Bitcoin. • Foco macroeconômico: Ele monitora eventos como decisões de juros e crises financeiras. Por exemplo, Hayes previu que cortes de juros e emissões de títulos públicos poderiam alterar a liquidez global – e, consequentemente, criar oportunidades de alta nos cripto. O importante, segundo ele, não são os eventos em si, mas a reação política a eles: “quando as pessoas começam a achar que a impressão de dinheiro vai desacelerar, o mercado já reage antes mesmo que isso aconteça” • Contratos perpétuos e alavancagem: Ele também popularizou contratos perpétuos na BitMEX com alavancagem extrema. Ele subiu progressivamente de 50x até 100x de alavancagem máxima. Isso significa que com 1 BTC de garantia o trader podia abrir posição equivalente a 100 BTC. Essa estratégia extrema atraía quem buscava grandes ganhos em movimentos de preço, mas também implicava riscos enormes. Cada estratégia de Arthur era amarrada a sua visão: tempos de alta liquidez (quantidade de dinheiro no mercado) favorecem o Bitcoin, então ele ficava “long” em cripto nesses períodos. Já em momentos de contração de liquidez, ficava mais conservador. Em resumo, ele surfava nos ciclos de liquidez das políticas monetárias globais, buscando maximizar ganhos com suas apostas alavancadas. Hayes sempre estudou padrões macroeconômicos. Ele afirma que quando bancos centrais expandem o balanço – liberando mais dinheiro – ativos escassos como o Bitcoin tendem a subir. Para ele, entender esse ciclo de liquidez é crucial para posicionar sua carteira. Visão de mercado e volatilidade Arthur Hayes via a volatilidade como parte do jogo e não como inimiga. Em suas análises públicas, ele já disse que acredita num futuro de constante “impressão de dinheiro” pelos governos para acalmar crises. Nesse cenário, ativos de refúgio ganhariam valor. Ele defende que Bitcoin é a forma mais segura de preservar riqueza a longo prazo, porque seu protocolo limitado (só 21 milhões de moedas) o torna imune à inflação monetária descontrolada. Em entrevistas, ele até comparou o Bitcoin a um esporte radical: você pode ir lento e seguro, mas com mais risco – “isso é o que faz deste jogo algo emocionante”. Em suma, Hayes encaram a alta volatilidade como oportunidade: em suas palavras, “quando todo mundo está assustado e vendendo, está na hora de comprar” – pois acredita que, no fim, a tendência de longo prazo seguirá ditada pela liquidez do mercado. Além disso, ele não descarta totalmente outros ativos. Como gestor da Maelstrom Fund (seu fundo de investimentos criado após deixar a BitMEX), ele aloca uma parcela em ouro e títulos públicos (como hedge) e mantém exposição em stablecoins, mas sempre comparando retornos contra o benchmark Bitcoin. Sua mensagem consistente é: se você não consegue superar o Bitcoin, por que investir em outra coisa? Dessa forma, ele via volatilidade e grandes movimentos como inerentes ao mercado cripto – altos riscos em troca de altos potenciais ganhos numa economia de liquidez crescente. Problemas Ao longo da carreira, Arthur passou por altos impressionantes, mas também enfrentou crises legais graves. Cada um desses momentos foi amplamente noticiado e polêmico na mídia cripto e tradicional. Apesar das controvérsias, Hayes manteve influência no setor – hoje caminha como CIO da Maelstrom Fund, fundo de investimentos que fundou após o caso BitMEX. Sua trajetória, do mercado tradicional ao centro da tempestade regulatória cripto, mostra como um trader de perfil rebelde pode alcançar tanto êxito quanto atrair grandes riscos. Menções honrosas | Big players • Satoshi Nakamoto (Criador do Bitcoin) Desapareceu após lançar o primeiro sistema de dinheiro descentralizado do mundo. Nunca vendeu seus BTC e deixou o código falar por si. Mudou para sempre a ideia de dinheiro. • Sam Bankman-Fried (SBF) Fundador da FTX Construiu uma das maiores exchanges do mundo em tempo recorde usando arbitragem e marketing agressivo. Também virou o maior exemplo de como má gestão destrói impérios. • Paul Tudor Jones Investidor macro tradicional Um dos primeiros gestores bilionários a tratar Bitcoin como proteção contra inflação. Ajudou a legitimar o BTC entre grandes fundos e Wall Street. • Jack Dorsey (Fundador do Twitter) Apostou publicamente no Bitcoin como o futuro do dinheiro. Criou iniciativas focadas em BTC e defendeu a descentralização como princípio político e tecnológico. Andreas Antonopoulos (Educador e autor) Não ficou rico com trade. Ficou famoso por ensinar Bitcoin ao mundo. Explicou cripto de forma simples quando quase ninguém entendia o assunto. #cripto #BTC #Saylor

Quem são os big players?

Imagine um chefe que entra na sala, vira a mesa e pergunta quem realmente sabe o que está fazendo. Esse é o mercado cripto. Em um dia, surgem manchetes anunciando o fim de tudo. No outro, bilhões mudam de mãos enquanto ninguém está olhando.
O próprio Bitcoin já foi chamado de moda, bolha, golpe e brinquedo de internet. Ainda assim, grandes investidores continuam comprando, carteiras antigas seguem se movendo e a atividade nas redes não dá sinais de abandono. Enquanto parte do público entra em pânico, outra parte ajusta posição em silêncio.
A questão é que nada disso acontece por acaso. Quem sobreviveu aos ciclos mais violentos aprendeu rápido que emoção é cara e informação vale ouro. Não se trata de adivinhar o próximo topo, mas de entender por que algumas pessoas acertam mais.
Felizmente, algumas dessas grandes mentes deixaram rastros — decisões repetidas, erros evitados e padrões claros. Vamos ver o que foi necessário fazer para sair do nada e construir sucesso nesse mercado.

Michael Saylor e a grande aposta da MicroStrategy no Bitcoin
Michael Saylor, cofundador da MicroStrategy (empresa de software de inteligência de negócios), virou um dos maiores evangelistas do Bitcoin entre executivos. Em agosto de 2020, ele iniciou uma grande mudança na tesouraria da empresa: em vez de segurar caixa, começou a comprar Bitcoin. Naquele mês a MicroStrategy anunciou a compra de 21.454 BTC por cerca de US$250 milhões, usando parte de seus recursos, numa estratégia de “proteção contra inflação”. Saylor explicou que acreditava no Bitcoin como “um depósito de valor confiável e um ativo de investimento atraente, com potencial de valorização a longo prazo maior do que manter dinheiro”. Ele também citou fatores macro – como estímulos financeiros massivos durante a pandemia, possível desvalorização das moedas fiduciárias e incertezas globais – que motivaram essa decisão, comparando o Bitcoin a um “ouro digital”: “mais duro, forte, rápido e inteligente do que qualquer dinheiro que o precedeu”
A partir dessa decisão inicial, MicroStrategy manteve um ritmo intenso de compras. Entre agosto e setembro de 2020, foram adicionados 38.250 BTC (~US$425 milhões) à tesouraria. Em dezembro de 2020 a empresa captou US$650 milhões em debêntures conversíveis justamente para comprar mais bitcoins. Em junho de 2021, usou cerca de US$489 milhões em caixa para adquirir mais 13.005 BTC (a US$37.617 cada). Esses movimentos constantes deixaram claro que Saylor via o Bitcoin como carro-chefe da estratégia financeira da empresa, acima até de seu próprio negócio de software. Em um press release ele resumiu: a MicroStrategy agora tinha 105.085 bitcoins, custeados em US$2,741 bilhões. Em outras palavras, em poucos anos transformou o caixa tradicional numa imensa reserva em BTC.
Como Saylor convenceu investidores e o mercado
Um ponto-chave na estratégia de Saylor foi convencer acionistas e analistas de que esse plano fazia sentido. Ele não tomou essa decisão sozinho: precisou educar investidores tradicionais sobre o Bitcoin. Segundo reportagens, levou cerca de seis meses até que a diretoria e grandes fundos entendessem o movimento. Saylor promoveu webinars, Q&A exclusivos e até uma seção especial de materiais educativos sobre Bitcoin no site da empresa. Em uma teleconferência, por exemplo, 10 das 25 perguntas dos analistas foram sobre criptomoedas. O discurso de Saylor para o mercado foi claro: “vamos usar nosso caixa excedente para comprar Bitcoin como um hedge contra a desvalorização do dólar”. Ele argumentou que, enquanto títulos do governo e cash rendiam quase zero, o Bitcoin oferecia a chance de ganhos muito maiores a longo prazo. Phong Le, então CFO da MicroStrategy, resumiu bem: comprar US$250 milhões em Bitcoin “nos dá a oportunidade de obter retornos melhores e preservar o valor do capital ao longo do tempo, em comparação com manter em dinheiro”. Em suma, Saylor prometeu aos acionistas uma estratégia de longo prazo focada em crescimento do patrimônio – se tudo desse certo, os lucros do Bitcoin elevavam a empresa; se desse errado, o máximo risco era uma baixa no valor contábil, sem afetar o negócio principal de software.
Estratégias de acumular mais $BTC
Para acumular quantidades tão grandes de Bitcoin, Saylor adotou métodos criativos de captação de recursos. Em vez de usar somente lucros operacionais, a MicroStrategy emitiu dívida e vendeu ações especificamente para comprar BTC. Por exemplo, em dezembro de 2020 levantou US$650 milhões em debêntures conversíveis e aplicou quase tudo em mais bitcoins. Em 2024, seguiu o mesmo caminho: em junho de 2024 emitiu US$800 milhões em novos notes conversíveis (vencimento 2032) e usou esses recursos para comprar mais de 12.000 BTC no segundo trimestre. Saylor chamou essa prática de “alavancagem inteligente”: a MicroStrategy troca parte de seu capital próprio (novas ações) ou dívida por mais bitcoins, porque acredita ser mais lucrativo do que distribuir dividendos. Em outubro de 2024, anunciou um plano de US$42 bilhões (21 bilhões em ações e 21 em dívida) justamente para intensificar a compra de Bitcoin nos próximos anos. Em resumo, a estratégia foi clara: sempre que o mercado de capitais permite, a empresa levanta dinheiro novo (vendendo ações ou títulos) e converte em Bitcoin, como forma de crescer sua reserva de cripto ao longo do tempo.
A visão de longo prazo
Michael explica que enxerga o Bitcoin como “ouro digital” e reserva de valor do século 21. Ele destaca a oferta finita de 21 milhões de moedas: diferente do dinheiro impresso pelos bancos centrais, o Bitcoin tem emissão programada que será zerada em breve. Por isso, segundo ele, sua escassez e segurança (rede robusta) vão sustentar o preço no longo prazo. Em entrevistas e comunicados, Saylor enfatiza características do Bitcoin como aceitação global, independência de governos e transparência técnica. Ele chegou a prever que, com a adoção crescente, o preço do Bitcoin poderia chegar a US$1 milhão por moeda no futuro. Em resumo, a filosofia é: compras grandes hoje se pagam no futuro. Para Saylor, volatilidade pontual não importa – desde que a tendência seja de alta no longo prazo. Analistas como Jameson Lopp até comentam que essa estratégia foi “uma mudança fundamental na gestão do caixa corporativo”, tratando o Bitcoin não como aposta de curto prazo, mas como componente fixo do balanço da empresa.
É claro que essa aposta gigantesca não passou sem críticas. Gold bugs como Peter Schiff chegaram a chamar Saylor de “charlatão” por abandonar o ouro, e analistas céticos apontam o risco de liquidez e precificação. Mas Saylor não se abala: repete que volatilidade é “o presente de Satoshi para os fiéis” – ou seja, quem permanece aproveita os melhores preços de compra. Por exemplo, ele disse em entrevista que a empresa conseguiria suportar uma queda de 80–90% no preço do Bitcoin e ainda continuar de pé, justamente porque tem foco no longo prazo. No início de 2026, quando o Bitcoin caiu perto de US$70–75 mil, Saylor continuou comprando – em apenas alguns dias foram mais de 22.000 BTC adquiridos. Seu argumento costuma ser: “O único risco real seria admitir derrota e parar de comprar”. Em outras palavras, as turbulências de mercado não o faziam recuar. Pelo contrário, ele reforçava: cada bear market (ciclo de baixa) era oportunidade para acumular, enquanto a maioria vendia. Em resumo, ele lida com as críticas insistindo na visão de longo prazo e usando cada queda para comprar mais barato, sempre visando o resultado daqui a décadas.
A posição atual em Bitcoin
Hoje, a posição da MicroStrategy (agora rebatizada Strategy, Inc.) é impressionante. No fim de 2024 ela já detinha cerca de 447.470 BTC custeados em US$27,97 bilhões. Em novembro de 2025 esse número já havia subido para aproximadamente 649.870 BTC. E em janeiro de 2026 foi reportado que a Strategy acumulou cerca de 709.715 bitcoins no total. Essa quantidade representa cerca de 3,2% de todos os bitcoins que existirão. Além disso, Saylor revelou que esses 709 mil BTC custaram, em média, US$53.924 cada. Em valor de mercado atual, são dezenas de bilhões de dólares em Bitcoins. A empresa continua a dizer que vai manter o BTC como seu principal ativo de reserva, ajustando a tesouraria de acordo (já que, a partir de 2025, passou a contabilizar o Bitcoin a valor de mercado em vez de custo). Em suma, Saylor cumpriu sua aposta: hoje a MicroStrategy/Strategy é a maior tesouraria corporativa de Bitcoin do mundo.
A jornada de Arthur Hayes no mundo cripto

Arthur Hayes nasceu em Detroit em 1985 e cresceu em Buffalo (Nova Iorque). Foi aluno brilhante: estudou em uma escola particular e, em 2008, formou-se em Economia e Finanças na Wharton School (Universidade da Pensilvânia). Logo depois, mudou-se para Hong Kong para trabalhar em bancos de investimento. Começou no Deutsche Bank (2008–2011) como trader de derivativos de ações e depois foi para o Citigroup, onde era chefe de formador de mercado de ETFs. Essa experiência em mercados complexos de derivativos lhe deu as bases que ele usaria mais tarde em criptos.
Ao final de 2013, com 28 anos, Hayes foi demitido do Citigroup. Foi então que ele decidiu “criar algo” novo, misturando seu talento em instrumentos financeiros com uma nova paixão: o Bitcoin. Num relato futuro, ele contou que, livre de amarras, quis aplicar seu conhecimento de derivativos ao mundo das criptomoedas. Após deixar o mercado financeiro tradicional, viu no Bitcoin uma oportunidade única. Ele passou a usar estratégias de arbitragem de Bitcoin entre bolsas asiáticas – por exemplo, vendia em uma e comprava em outra – transportando o dinheiro em espécie entre Hong Kong e a China de mochila. Esse foi o primeiro passo de sua imersão no ecossistema cripto.
Em 2014, uniu forças com o colega britânico Ben Delo e o engenheiro Sam Reed para fundar a BitMEX. A ideia foi criar uma exchange de criptomoedas voltada a traders profissionais, focada não em vender moedas em si, mas em contratos de derivativos – ou seja, apostas alavancadas sobre o preço do Bitcoin. Hayes e os fundadores até inventaram um tipo de contrato inédito: o perpetual swap, que não tem data de vencimento e permite negociação 24/7. Assim, um investidor podia apostar no Bitcoin com até 100x de alavancagem, o que potencializava ganhos (e riscos) de forma inédita.
Fundação da BitMEX e ascensão meteórica
A aposta deu certo. Em pouco tempo, a BitMEX tornou-se uma gigante: em seu primeiro ano faturou mais de US$ 1 bilhão. Em 2018-2019, a BitMEX passou a ser a exchange de derivados de cripto mais movimentada do mundo. Arthur chegava a afirmar: “Somos a maior plataforma de trading do mundo, considerando quem negocia produtos cripto”. A plataforma atingiu picos de volume diários extraordinários – chegou a negociar US$ 16 bilhões num único dia, e cerca de US$ 1 trilhão num ano. Nesse período, jornais britânicos chegaram a chamá-lo de um dos “mais jovens bilionários self-made” da cripto.
Sua fama vinha tanto da tecnologia quanto do estilo. Hayes cultivou uma imagem de executivo ousado e provocador (parecido com um personagem de série de TV), vivendo em Hong Kong, esquiando no Japão e discutindo abertamente nos mercados. Ele doou milhões para instituições de caridade – por exemplo, 2,24 milhões de dólares a um fundo universitário em 2019 – mas também fazia declarações fortes sobre as regulações. Era conhecido por elogiar a alavancagem máxima da BitMEX (“Trade sem alavancagem é como dirigir Lamborghini na primeira marcha” chegou a brincar em seu blog) e por mostrar confiança extrema no negócio que ajudou a criar. Tudo isso o tornou uma figura muito influente na cripto até meados de 2020.
Estratégias de trading: macro e ciclos de liquidez
Ele desenvolveu estratégias que combinam visão macroeconômica e timing de ciclos de liquidez. Ele costumava dizer que estuda “o ritmo com que os governos imprimem dinheiro” e como o mercado espera que esse ritmo mude. Para ele, esse nível de liquidez – quantidade de dinheiro injetada na economia – é a variável chave que impulsiona ativos escassos como o Bitcoin e o ouro. Em outras palavras, quando bancos centrais criam muito dinheiro (expansão monetária), Hayes vê como um sinal de alta potencial no cripto.
• Carteira focada em Bitcoin: Hayes considera o Bitcoin o ativo mais seguro contra a impressão monetária excessiva. Ele disse que prefere manter a maior parte de sua riqueza em Bitcoin, pois acredita que, diante de “impressões crônicas de dinheiro”, o Bitcoin provavelmente “superará outros ativos”.
• “Shitcoins” para mais Bitcoin: Apesar de não ser um maximalista estrito (criticando o termo “moedinha inútil” – shitcoin – de forma irônica), ele usa altcoins para ganhar mais Bitcoin. Como comentou: “Nós compramos shitcoins e ganhamos mais Bitcoin”; ou seja, busca ganhos rápidos em moedas alternativas e converte os lucros para Bitcoin.
• Foco macroeconômico: Ele monitora eventos como decisões de juros e crises financeiras. Por exemplo, Hayes previu que cortes de juros e emissões de títulos públicos poderiam alterar a liquidez global – e, consequentemente, criar oportunidades de alta nos cripto. O importante, segundo ele, não são os eventos em si, mas a reação política a eles: “quando as pessoas começam a achar que a impressão de dinheiro vai desacelerar, o mercado já reage antes mesmo que isso aconteça”
• Contratos perpétuos e alavancagem: Ele também popularizou contratos perpétuos na BitMEX com alavancagem extrema. Ele subiu progressivamente de 50x até 100x de alavancagem máxima. Isso significa que com 1 BTC de garantia o trader podia abrir posição equivalente a 100 BTC. Essa estratégia extrema atraía quem buscava grandes ganhos em movimentos de preço, mas também implicava riscos enormes.
Cada estratégia de Arthur era amarrada a sua visão: tempos de alta liquidez (quantidade de dinheiro no mercado) favorecem o Bitcoin, então ele ficava “long” em cripto nesses períodos. Já em momentos de contração de liquidez, ficava mais conservador. Em resumo, ele surfava nos ciclos de liquidez das políticas monetárias globais, buscando maximizar ganhos com suas apostas alavancadas. Hayes sempre estudou padrões macroeconômicos. Ele afirma que quando bancos centrais expandem o balanço – liberando mais dinheiro – ativos escassos como o Bitcoin tendem a subir. Para ele, entender esse ciclo de liquidez é crucial para posicionar sua carteira.
Visão de mercado e volatilidade
Arthur Hayes via a volatilidade como parte do jogo e não como inimiga. Em suas análises públicas, ele já disse que acredita num futuro de constante “impressão de dinheiro” pelos governos para acalmar crises. Nesse cenário, ativos de refúgio ganhariam valor. Ele defende que Bitcoin é a forma mais segura de preservar riqueza a longo prazo, porque seu protocolo limitado (só 21 milhões de moedas) o torna imune à inflação monetária descontrolada. Em entrevistas, ele até comparou o Bitcoin a um esporte radical: você pode ir lento e seguro, mas com mais risco – “isso é o que faz deste jogo algo emocionante”. Em suma, Hayes encaram a alta volatilidade como oportunidade: em suas palavras, “quando todo mundo está assustado e vendendo, está na hora de comprar” – pois acredita que, no fim, a tendência de longo prazo seguirá ditada pela liquidez do mercado.
Além disso, ele não descarta totalmente outros ativos. Como gestor da Maelstrom Fund (seu fundo de investimentos criado após deixar a BitMEX), ele aloca uma parcela em ouro e títulos públicos (como hedge) e mantém exposição em stablecoins, mas sempre comparando retornos contra o benchmark Bitcoin. Sua mensagem consistente é: se você não consegue superar o Bitcoin, por que investir em outra coisa? Dessa forma, ele via volatilidade e grandes movimentos como inerentes ao mercado cripto – altos riscos em troca de altos potenciais ganhos numa economia de liquidez crescente.
Problemas
Ao longo da carreira, Arthur passou por altos impressionantes, mas também enfrentou crises legais graves. Cada um desses momentos foi amplamente noticiado e polêmico na mídia cripto e tradicional. Apesar das controvérsias, Hayes manteve influência no setor – hoje caminha como CIO da Maelstrom Fund, fundo de investimentos que fundou após o caso BitMEX. Sua trajetória, do mercado tradicional ao centro da tempestade regulatória cripto, mostra como um trader de perfil rebelde pode alcançar tanto êxito quanto atrair grandes riscos.
Menções honrosas | Big players
• Satoshi Nakamoto (Criador do Bitcoin)
Desapareceu após lançar o primeiro sistema de dinheiro descentralizado do mundo. Nunca vendeu seus BTC e deixou o código falar por si. Mudou para sempre a ideia de dinheiro.
• Sam Bankman-Fried (SBF) Fundador da FTX
Construiu uma das maiores exchanges do mundo em tempo recorde usando arbitragem e marketing agressivo. Também virou o maior exemplo de como má gestão destrói impérios.
• Paul Tudor Jones Investidor macro tradicional
Um dos primeiros gestores bilionários a tratar Bitcoin como proteção contra inflação. Ajudou a legitimar o BTC entre grandes fundos e Wall Street.
• Jack Dorsey (Fundador do Twitter)
Apostou publicamente no Bitcoin como o futuro do dinheiro. Criou iniciativas focadas em BTC e defendeu a descentralização como princípio político e tecnológico.
Andreas Antonopoulos (Educador e autor)
Não ficou rico com trade. Ficou famoso por ensinar Bitcoin ao mundo. Explicou cripto de forma simples quando quase ninguém entendia o assunto.
#cripto #BTC #Saylor
Atividade da rede Ethereum ($ETH ) permanece estável.
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$ETH continua sendo usado Instituições continuam testando Mas o preço não reflete nada disso...
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Instituições continuam testando
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$BTC abaixo de 90K 150 bi+ de market cap sumiu 💨 Saylor continua comprando Reino Unido permite produtos cripto “mainstream”… E você aí pensando que cripto morreu kkkkk
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Qual o melhor timeframe?
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Fique atento 👀 Eventos globais costumam influenciar o comportamento do $BTC , mas nem todo movimento exige uma decisão imediata.
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up!
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Cripto Primata
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Por que a paciência enriquece e a ansiedade quebra contas? 🧠

Muita gente entra no mercado de cripto achando que precisa operar todo dia, toda hora. A verdade? O excesso de operações (overtrading) é o caminho mais rápido para ver seu saldo desaparecer em taxas e decisões emocionais.

Os grandes players não estão caçando cada pequena vela no gráfico de 15 minutos. Eles estão posicionados, esperando o mercado vir até eles.

Três regras de ouro para sobreviver à volatilidade:
- Defina seu risco antes: Se o preço cair 10%, você tem um plano ou apenas pânico?
- O gráfico diário é seu amigo: Ele filtra o ruído e mostra a tendência real.
- Lucro bom é lucro no bolso: Não tenha medo de realizar parciais. O mercado não te deve nada.

O segredo não é estar certo 100% das vezes, mas sim ganhar muito quando estiver certo e perder pouco quando estiver errado.

Você se considera um trader paciente ou aquele que checa o celular a cada 5 minutos? Seja sincero! 👇$BTC $ETH $XRP
Tudo sobre EthereumO Ethereum deixou de ser apenas um nome recorrente no mercado cripto para se tornar um verdadeiro ecossistema que atrai desenvolvedores, investidores e entusiastas de tecnologia ao redor do mundo. Mais do que um ativo digital, ele representa uma nova forma de pensar contratos, aplicações e valor na internet. Entender por que essa rede conquistou tanta relevância é o primeiro passo para compreender o impacto que ela vem exercendo sobre o futuro das finanças e da inovação digital. Há motivos claros para ele ser frequentemente citado como uma das criações mais influentes do universo cripto — e eles vão muito além da especulação. A história do Ethereum: Da origem ao proof-of-stake Em 2013, o jovem programador Vitalik Buterin imaginou uma nova blockchain capaz de ir muito além das criptomoedas existentes. Junto com outros cofundadores — como Gavin Wood, Joseph Lubin, Charles Hoskinson e Anthony Di Iorio — ele propôs um “computador mundial descentralizado” onde desenvolvedores pudessem criar aplicações sem intermediários. Esse whitepaper visionário, publicado quando Buterin tinha apenas 19 anos, detalhava uma rede onde programabilidade e contratos inteligentes eram o grande diferencial em relação ao Bitcoin. Em 30 de julho de 2015 a rede Ethereum finalmente entrou em operação com o lançamento de sua primeira versão, chamada Frontier. Nessa ocasião, o Ethereum introduziu a Máquina Virtual Ethereum (EVM) e os chamados smart contracts, permitindo a execução de programas e aplicações descentralizadas (dApps) diretamente na blockchain. O projeto havia sido financiado por meio de uma oferta inicial (ICO) em 2014, que arrecadou cerca de US$ 18 milhões em poucos dias. Com a rede no ar, começou a rápida proliferação de projetos sobre o Ethereum. Nos anos seguintes surgiram milhares de tokens e aplicativos na plataforma, especialmente graças ao padrão ERC-20, que facilitou o lançamento de novas moedas e projetos por meio de ICOs. Essa onda de projetos fez o Ethereum ganhar notoriedade como a base de incontáveis startups de cripto em 2016-2017. Durante esse período, o preço do Ether refletiu essa adoção: em meados de 2017 chegou aos US$ 400 e, no início de 2018, superou US$ 1.400 por unidade. Além do apelo para desenvolvedores, grandes empresas também começaram a enxergar potencial no Ethereum. Em fevereiro de 2017 foi criada a Enterprise Ethereum Alliance (EEA), que reuniu corporações de peso como J.P. Morgan, Microsoft, Intel, Santander e muitas outras com o objetivo de construir versões empresariais da tecnologia Ethereum. Essas parcerias sinalizaram a confiança do setor financeiro e de tecnologia na rede Ethereum. Por exemplo, a Microsoft anunciou ser parceira fundadora da EEA e integrou o Ethereum em seu serviço de nuvem Azure. O caso The DAO e o Ethereum Classic Em 2016, o ecossistema Ethereum enfrentou sua maior crise inicial. O projeto The DAO, um fundo de capital de risco descentralizado baseado em smart contracts, atraiu um grande volume de recursos em 2016. No entanto, em junho daquele ano foi descoberta uma falha grave em seu código, e um hacker explorou essa vulnerabilidade para desviar aproximadamente 3,6 milhões de ETH (mais de US$ 50 milhões na época). Esse episódio chocou a comunidade e desencadeou um intenso debate ético: alguns defendiam respeitar a “imparcialidade do código” (ou seja, não reverter as transações), enquanto outros queriam desfazer o roubo para restaurar os fundos perdidos. A solução adotada foi um polêmico hard fork em julho de 2016, que reescreveu o histórico da blockchain para anular o roubo. Com isso, o Ethereum se dividiu em duas redes: o Ethereum (ETH), onde as vítimas recuperaram os fundos, e o Ethereum Classic (ETC), que permaneceu como o registro original sem alterações. Esse evento histórico evidenciou a flexibilidade e os dilemas de governança do Ethereum, ao mesmo tempo que confirmou a força da comunidade majoritária, que permaneceu no Ethereum “atualizado” (ETH). O Ethereum Classic seguiu isoladamente e nunca teve o mesmo crescimento ou valor de mercado do Ethereum principal. Principais hard forks Após o incidente do DAO, a equipe de desenvolvedores do Ethereum continuou aprimorando a rede por meio de vários hard forks planejados. Cada grande atualização introduziu mudanças técnicas significativas: • Byzantium (out/2017): parte da fase Metropolis, esse fork focou em segurança, privacidade e viabilização de futuras mudanças de consenso. Entre suas novidades estavam suporte a provas de conhecimento zero (zk-SNARKs) para privacidade e a redução da recompensa de mineração de 5 para 3 ETH por bloco. Essas alterações começaram a conter a inflação de Ether e facilitaram o desenvolvimento de contratos inteligentes mais avançados. • Constantinople (fev/2019): projetado para preparar a transição ao Ethereum 2.0, esse upgrade melhorou a eficiência da rede. A atualização reduziu a recompensa de 3 para 2 ETH por bloco e atrasou o “bônus de dificuldade” (difficulty bomb) que pressionaria a mineração em PoW. Vários Ethereum Improvement Proposals (EIPs) foram implementados para acelerar cálculos, ajustar custos de gas e otimizar o protocolo, tornando a rede mais amigável a desenvolvedores e usuários. • London (ago/2021): essa atualização introduziu a proposta EIP-1559, reformulando completamente o mecanismo de taxas de transação. Em vez de leilão livre, passou-se a aplicar uma “taxa-base” ajustável pelo congestionamento da rede, que é queimada (retirada de circulação) a cada bloco. Essa mudança tornou as taxas mais previsíveis, proporcionou escassez controlada de ETH e reduziu parcialmente a inflação da moeda ao introduzir queima automática de parte das taxas. O fork London preparou o caminho para uma política monetária mais sustentável no Ethereum. Cada uma dessas atualizações demonstrou como a rede Ethereum evoluiu tecnologicamente, ajustando seu protocolo de forma coordenada. Em especial, a redução gradual das recompensas por bloco refletiu o objetivo final de passar da mineração de alta energia para mecanismos mais eficientes. Com o fechamento da London, o Ethereum já estava pronto para sua mudança mais ambiciosa: a migração para o proof of stake. Ethereum 2.0 e The Merge Representação conceitual de uma rede blockchain descentralizada. Para atender às demandas de escalabilidade e sustentabilidade, a transição para o proof of stake (PoS) foi lançada em várias fases sob o nome Ethereum 2.0 (ou Serenity). Em dezembro de 2020 estreou a Beacon Chain, uma nova camada de consenso PoS paralela à rede original. Nessa etapa inicial, usuários passaram a “stakear” ETH e validar blocos sem mineração energética, preparando o terreno para futuras fusões. O grande marco dessa mudança foi o chamado The Merge, concluído em 15 de setembro de 2022. Essa fusão uniu definitivamente a camada de execução original do Ethereum (que vinha do modelo PoW) com a Beacon Chain de consenso PoS. Com isso, o Ethereum encerrou sua era de mineração em prova de trabalho. A partir do Merge, o consumo de energia despencou mais de 99%, tornando a blockchain muito mais sustentável. O Ethereum passou a operar totalmente em PoS, o que também reduziu a emissão de novos ETH e aumentou a segurança econômica da rede, visto que validar blocos agora depende de participações em tokens ao invés de hardware de mineração. Esse momento histórico não apenas cumpriu a promessa original de migrar para um consenso ecológico, mas também abriu caminho para futuras melhorias de escalabilidade (como sharding). Marcos simbólicos e adoção Ao longo dessa jornada, o Ethereum alcançou diversos marcos técnicos e de prestígio. A própria existência e evolução da rede demonstram sua robustez: por exemplo, o Ethereum sobreviveu a grandes crises, lançou um sistema de contratos inteligentes único e inspirou inúmeras outras blockchains. Adoptado pelo mercado corporativo, tornou-se plataforma de referência para aplicações distribuídas no setor financeiro, de tecnologia e além. A presença de gigantes como Microsoft, J.P. Morgan e Intel na EEA em 2017 evidenciou seu reconhecimento institucional. Em 2020 a plataforma alcançou outro marco: o início da Ethereum 2.0. E no final de 2022, a conclusão do Merge foi um divisor de águas técnico, provando ser possível migrar uma blockchain madura a um consenso totalmente diferente sem fragmentação da rede. Também podem ser citados marcos de valorização histórica como indicadores de sucesso. Por exemplo, o preço do ETH, que era cerca de US$ 10 no início de 2017, atingiu picos de aproximadamente US$ 1.450 no início de 2018, mostrando o crescimento do interesse e da adoção do mercado naquele período. Esses recordes de valor, embora não sejam o foco principal aqui, refletem o reconhecimento do potencial do Ethereum. Em síntese, desde sua idealização em 2013 até a chegada ao proof of stake, o Ethereum traçou uma trajetória de inovação contínua. As evoluções técnicas – dos contratos inteligentes e EVM às atualizações de protocolo e à transição PoS – foram sempre acompanhadas por um ecossistema vibrante de desenvolvedores e apoiadores. Informações gráficas {spot}(ETHUSDT) {spot}(ETCUSDT) #etherium #ETH #criptonews

Tudo sobre Ethereum

O Ethereum deixou de ser apenas um nome recorrente no mercado cripto para se tornar um verdadeiro ecossistema que atrai desenvolvedores, investidores e entusiastas de tecnologia ao redor do mundo. Mais do que um ativo digital, ele representa uma nova forma de pensar contratos, aplicações e valor na internet. Entender por que essa rede conquistou tanta relevância é o primeiro passo para compreender o impacto que ela vem exercendo sobre o futuro das finanças e da inovação digital. Há motivos claros para ele ser frequentemente citado como uma das criações mais influentes do universo cripto — e eles vão muito além da especulação.

A história do Ethereum: Da origem ao proof-of-stake
Em 2013, o jovem programador Vitalik Buterin imaginou uma nova blockchain capaz de ir muito além das criptomoedas existentes. Junto com outros cofundadores — como Gavin Wood, Joseph Lubin, Charles Hoskinson e Anthony Di Iorio — ele propôs um “computador mundial descentralizado” onde desenvolvedores pudessem criar aplicações sem intermediários. Esse whitepaper visionário, publicado quando Buterin tinha apenas 19 anos, detalhava uma rede onde programabilidade e contratos inteligentes eram o grande diferencial em relação ao Bitcoin.
Em 30 de julho de 2015 a rede Ethereum finalmente entrou em operação com o lançamento de sua primeira versão, chamada Frontier. Nessa ocasião, o Ethereum introduziu a Máquina Virtual Ethereum (EVM) e os chamados smart contracts, permitindo a execução de programas e aplicações descentralizadas (dApps) diretamente na blockchain. O projeto havia sido financiado por meio de uma oferta inicial (ICO) em 2014, que arrecadou cerca de US$ 18 milhões em poucos dias.
Com a rede no ar, começou a rápida proliferação de projetos sobre o Ethereum. Nos anos seguintes surgiram milhares de tokens e aplicativos na plataforma, especialmente graças ao padrão ERC-20, que facilitou o lançamento de novas moedas e projetos por meio de ICOs. Essa onda de projetos fez o Ethereum ganhar notoriedade como a base de incontáveis startups de cripto em 2016-2017. Durante esse período, o preço do Ether refletiu essa adoção: em meados de 2017 chegou aos US$ 400 e, no início de 2018, superou US$ 1.400 por unidade.
Além do apelo para desenvolvedores, grandes empresas também começaram a enxergar potencial no Ethereum. Em fevereiro de 2017 foi criada a Enterprise Ethereum Alliance (EEA), que reuniu corporações de peso como J.P. Morgan, Microsoft, Intel, Santander e muitas outras com o objetivo de construir versões empresariais da tecnologia Ethereum. Essas parcerias sinalizaram a confiança do setor financeiro e de tecnologia na rede Ethereum. Por exemplo, a Microsoft anunciou ser parceira fundadora da EEA e integrou o Ethereum em seu serviço de nuvem Azure.
O caso The DAO e o Ethereum Classic
Em 2016, o ecossistema Ethereum enfrentou sua maior crise inicial. O projeto The DAO, um fundo de capital de risco descentralizado baseado em smart contracts, atraiu um grande volume de recursos em 2016. No entanto, em junho daquele ano foi descoberta uma falha grave em seu código, e um hacker explorou essa vulnerabilidade para desviar aproximadamente 3,6 milhões de ETH (mais de US$ 50 milhões na época). Esse episódio chocou a comunidade e desencadeou um intenso debate ético: alguns defendiam respeitar a “imparcialidade do código” (ou seja, não reverter as transações), enquanto outros queriam desfazer o roubo para restaurar os fundos perdidos.
A solução adotada foi um polêmico hard fork em julho de 2016, que reescreveu o histórico da blockchain para anular o roubo. Com isso, o Ethereum se dividiu em duas redes: o Ethereum (ETH), onde as vítimas recuperaram os fundos, e o Ethereum Classic (ETC), que permaneceu como o registro original sem alterações. Esse evento histórico evidenciou a flexibilidade e os dilemas de governança do Ethereum, ao mesmo tempo que confirmou a força da comunidade majoritária, que permaneceu no Ethereum “atualizado” (ETH). O Ethereum Classic seguiu isoladamente e nunca teve o mesmo crescimento ou valor de mercado do Ethereum principal.
Principais hard forks
Após o incidente do DAO, a equipe de desenvolvedores do Ethereum continuou aprimorando a rede por meio de vários hard forks planejados. Cada grande atualização introduziu mudanças técnicas significativas:
• Byzantium (out/2017): parte da fase Metropolis, esse fork focou em segurança, privacidade e viabilização de futuras mudanças de consenso. Entre suas novidades estavam suporte a provas de conhecimento zero (zk-SNARKs) para privacidade e a redução da recompensa de mineração de 5 para 3 ETH por bloco. Essas alterações começaram a conter a inflação de Ether e facilitaram o desenvolvimento de contratos inteligentes mais avançados.
• Constantinople (fev/2019): projetado para preparar a transição ao Ethereum 2.0, esse upgrade melhorou a eficiência da rede. A atualização reduziu a recompensa de 3 para 2 ETH por bloco e atrasou o “bônus de dificuldade” (difficulty bomb) que pressionaria a mineração em PoW. Vários Ethereum Improvement Proposals (EIPs) foram implementados para acelerar cálculos, ajustar custos de gas e otimizar o protocolo, tornando a rede mais amigável a desenvolvedores e usuários.
• London (ago/2021): essa atualização introduziu a proposta EIP-1559, reformulando completamente o mecanismo de taxas de transação. Em vez de leilão livre, passou-se a aplicar uma “taxa-base” ajustável pelo congestionamento da rede, que é queimada (retirada de circulação) a cada bloco. Essa mudança tornou as taxas mais previsíveis, proporcionou escassez controlada de ETH e reduziu parcialmente a inflação da moeda ao introduzir queima automática de parte das taxas. O fork London preparou o caminho para uma política monetária mais sustentável no Ethereum.
Cada uma dessas atualizações demonstrou como a rede Ethereum evoluiu tecnologicamente, ajustando seu protocolo de forma coordenada. Em especial, a redução gradual das recompensas por bloco refletiu o objetivo final de passar da mineração de alta energia para mecanismos mais eficientes. Com o fechamento da London, o Ethereum já estava pronto para sua mudança mais ambiciosa: a migração para o proof of stake.
Ethereum 2.0 e The Merge
Representação conceitual de uma rede blockchain descentralizada. Para atender às demandas de escalabilidade e sustentabilidade, a transição para o proof of stake (PoS) foi lançada em várias fases sob o nome Ethereum 2.0 (ou Serenity). Em dezembro de 2020 estreou a Beacon Chain, uma nova camada de consenso PoS paralela à rede original. Nessa etapa inicial, usuários passaram a “stakear” ETH e validar blocos sem mineração energética, preparando o terreno para futuras fusões.
O grande marco dessa mudança foi o chamado The Merge, concluído em 15 de setembro de 2022. Essa fusão uniu definitivamente a camada de execução original do Ethereum (que vinha do modelo PoW) com a Beacon Chain de consenso PoS. Com isso, o Ethereum encerrou sua era de mineração em prova de trabalho. A partir do Merge, o consumo de energia despencou mais de 99%, tornando a blockchain muito mais sustentável. O Ethereum passou a operar totalmente em PoS, o que também reduziu a emissão de novos ETH e aumentou a segurança econômica da rede, visto que validar blocos agora depende de participações em tokens ao invés de hardware de mineração. Esse momento histórico não apenas cumpriu a promessa original de migrar para um consenso ecológico, mas também abriu caminho para futuras melhorias de escalabilidade (como sharding).
Marcos simbólicos e adoção
Ao longo dessa jornada, o Ethereum alcançou diversos marcos técnicos e de prestígio. A própria existência e evolução da rede demonstram sua robustez: por exemplo, o Ethereum sobreviveu a grandes crises, lançou um sistema de contratos inteligentes único e inspirou inúmeras outras blockchains. Adoptado pelo mercado corporativo, tornou-se plataforma de referência para aplicações distribuídas no setor financeiro, de tecnologia e além. A presença de gigantes como Microsoft, J.P. Morgan e Intel na EEA em 2017 evidenciou seu reconhecimento institucional. Em 2020 a plataforma alcançou outro marco: o início da Ethereum 2.0. E no final de 2022, a conclusão do Merge foi um divisor de águas técnico, provando ser possível migrar uma blockchain madura a um consenso totalmente diferente sem fragmentação da rede.
Também podem ser citados marcos de valorização histórica como indicadores de sucesso. Por exemplo, o preço do ETH, que era cerca de US$ 10 no início de 2017, atingiu picos de aproximadamente US$ 1.450 no início de 2018, mostrando o crescimento do interesse e da adoção do mercado naquele período. Esses recordes de valor, embora não sejam o foco principal aqui, refletem o reconhecimento do potencial do Ethereum.
Em síntese, desde sua idealização em 2013 até a chegada ao proof of stake, o Ethereum traçou uma trajetória de inovação contínua. As evoluções técnicas – dos contratos inteligentes e EVM às atualizações de protocolo e à transição PoS – foram sempre acompanhadas por um ecossistema vibrante de desenvolvedores e apoiadores.
Informações gráficas


#etherium #ETH #criptonews
Ce să faci acum?Perioadele de scădere fac parte din piața criptomonedelor și, deși sunt inconfortabile, nu trebuie să conducă la pierderi mari. Când prețurile scad, obiectivul principal încetează să mai fie „a câștiga mai mult” și devine protejarea capitalului. Pentru cei care operează pe Binance și adoptă o atitudine mai conservatoare, unele atitudini pot face o mare diferență. În momentele de scădere, este important să eviti expunerile excesive. A opera cu doar o parte din capital în fiecare tranzacție reduce impactul mișcărilor neașteptate. În plus, menținerea unei părți din portofoliu în stablecoins ajută la reducerea volatilității generale și garantează lichiditate pentru a acționa cu mai mult calm atunci când piața se stabilizează.

Ce să faci acum?

Perioadele de scădere fac parte din piața criptomonedelor și, deși sunt inconfortabile, nu trebuie să conducă la pierderi mari. Când prețurile scad, obiectivul principal încetează să mai fie „a câștiga mai mult” și devine protejarea capitalului. Pentru cei care operează pe Binance și adoptă o atitudine mai conservatoare, unele atitudini pot face o mare diferență.

În momentele de scădere, este important să eviti expunerile excesive. A opera cu doar o parte din capital în fiecare tranzacție reduce impactul mișcărilor neașteptate. În plus, menținerea unei părți din portofoliu în stablecoins ajută la reducerea volatilității generale și garantează lichiditate pentru a acționa cu mai mult calm atunci când piața se stabilizează.
La ce sunt utile monedele meme?Monedele meme sunt criptomonede create din meme-uri, tendințe de pe internet sau elemente culturale populare. Spre deosebire de proiectele tradiționale, de obicei nu au fundații tehnice complexe sau utilitate clară la început. Valoarea lor este influențată în principal de angajamentul comunității, vizibilitatea pe rețelele sociale și interesul speculativ al pieței. Care este scopul lor de fapt? În practică, monedele meme servesc în principal ca instrumente de angajament comunitar și participare culturală pe piața criptomonedelor. Ele ajută la atragerea de noi utilizatori în ecosistemul cripto, încurajează discuții online și, în unele cazuri, sunt folosite pentru bacșișuri digitale, donații sau teste ale unor idei noi de piață. Cu toate acestea, funcția lor economică tinde să fie limitată în comparație cu proiectele cu aplicații tehnologice bine definite.

La ce sunt utile monedele meme?

Monedele meme sunt criptomonede create din meme-uri, tendințe de pe internet sau elemente culturale populare. Spre deosebire de proiectele tradiționale, de obicei nu au fundații tehnice complexe sau utilitate clară la început. Valoarea lor este influențată în principal de angajamentul comunității, vizibilitatea pe rețelele sociale și interesul speculativ al pieței.

Care este scopul lor de fapt?
În practică, monedele meme servesc în principal ca instrumente de angajament comunitar și participare culturală pe piața criptomonedelor. Ele ajută la atragerea de noi utilizatori în ecosistemul cripto, încurajează discuții online și, în unele cazuri, sunt folosite pentru bacșișuri digitale, donații sau teste ale unor idei noi de piață. Cu toate acestea, funcția lor economică tinde să fie limitată în comparație cu proiectele cu aplicații tehnologice bine definite.
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