O presidente diz o que quiser, primeiro assegure a posição antes de falar.

Trump nomeou formalmente Kevin Warsh como o próximo presidente do Federal Reserve. Em 10 de janeiro, notei que as apostas em cassinos na blockchain tinham Warsh liderando com ~43% de probabilidade para o cargo. Esses apostadores realmente têm instintos afiados para movimentos financeiros.

Nascido em 1970 em Nova York em uma família de classe média—o pai dirigia empresas, a mãe era jornalista—Warsh obteve educação de elite na Stanford como graduação e doutorado em Harvard. Seu maior salto veio em 2002 ao se casar com Jane Lauder, neta de Estée Lauder, inserindo-o em círculos sérios de dinheiro antigo. Bônus chave: seu sogro tem sido amigo próximo de Trump por 60 anos (rumores afirmam que a ideia de compra da Groenlândia veio dele).

As credenciais de Warsh são sólidas: início de carreira no Morgan Stanley, nomeado para o Conselho do Fed aos 35 anos por George W. Bush. Ele estava na disputa pela presidência do Fed em 2018, mas Trump escolheu Powell após a entrevista. Agora, depois de empurrar Powell para fora, Trump está se voltando para o genro de seu velho amigo.

Warsh sempre foi um falcão monetário, favorecendo uma política rígida, mas recentemente ele se suavizou e apoiou publicamente cortes moderados nas taxas. Muitos vêem isso como uma jogada clara para alinhar-se com Trump e garantir o cargo.

Aos 56 anos, esta pode ser sua última real chance no papel mais alto do Fed. A maioria das pessoas faria o mesmo cálculo—princípios desaparecem quando o pico está tão próximo. Primeiro assegure a posição; essa é a realidade prática.

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