A recente ação de preços não foi sobre perseguir movimentos, mas sobre reagir à estrutura à medida que se desenvolvia.
Quando o momento de baixa não conseguiu se estender, o risco mudou.
Quando a alta seguiu, a execução importou mais do que a convicção.
A lição-chave permanece a mesma:
estrutura primeiro, emoções por último.
Movimentos de curto prazo vêm e vão.
O processo é o que se acumula ao longo do tempo.
