O Ouro Supera as Participações da Dívida dos EUA dos Bancos Centrais pela Primeira Vez em 30 Anos
Pela primeira vez em três décadas, os bancos centrais globais detêm mais ouro do que a dívida dos EUA, sinalizando uma possível mudança longe do dólar americano. O aumento da dívida dos EUA, o escalonamento dos pagamentos de juros e as sanções geopolíticas estão levando os países a diversificar em ativos reais como ouro e prata. Analistas alertam que isso pode marcar um ponto de virada importante na estratégia de reservas globais e na desdolarização.
📌 Fatos Chave
Os bancos centrais agora detêm mais ouro do que os Títulos do Tesouro dos EUA, refletindo a diminuição da confiança no dólar.
A dívida dos EUA está aumentando em cerca de 1 trilhão a cada 100 dias, com pagamentos anuais de juros superando 1 trilhão.
Resposta global: Países como China, Rússia, Índia, Polônia e Cingapura estão mudando de reservas em papel para ativos reais como ouro e prata.
A aliança BRICS está criando sistemas de pagamento independentes para contornar o SWIFT, liquidar negociações de energia em moedas locais e respaldar reservas com commodities.
O ouro é cada vez mais visto como um ativo neutro, livre de risco de contraparte, enquanto os Títulos do Tesouro dos EUA podem ser congelados, confiscados ou desvalorizados.
💡 Perspectiva de Especialista
O aumento da dívida dos EUA, sanções globais e diversificação estratégica de reservas sugerem que a era da dominância do dólar (TINA – "Não Há Alternativa") pode estar chegando ao fim. O ouro está emergindo como o principal ativo de refúgio seguro e reserva alternativa.
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