1/ A confiança muitas vezes é considerada como existente por padrão, em vez de ser realmente imposta.
Quando os agentes de IA evoluem de assistentes para agentes autônomos, essa suposição padrão falha silenciosamente.
O verdadeiro modo de falha não é a falta de capacidade de raciocínio, mas sim a execução de comportamentos por agentes na ausência de limites rígidos.
Agentes "inteligentes" que operam em infraestrutura fraca não trazem autonomia.
2/ O que eles trazem é risco.
O problema é que a confiança não pode ser inferida da intenção ou do resultado.
Em sistemas autônomos, expectativas, políticas e o chamado "comportamento ideal" não podem ser escalonados.
Se na execução atual faltar uma identidade clara, um escopo de permissões restrito e restrições executáveis, o sistema só pode depender de delegação cega.
Logs e explicações gerados posteriormente não podem impedir danos; eles apenas descrevem os fatos que já ocorreram.
Nesse momento, a confiança é apenas otimismo embalado por ferramentas.
3/ A Kite resolve esse problema forçando a execução de confiança no nível da infraestrutura.
Na Kite, a identidade, permissões, restrições e lógica de execução dos agentes são definidas de forma nativa e a validação é concluída na cadeia, restringindo comportamentos antes que ocorram, em vez de serem explicados depois.
Isso permite que os agentes ajam de forma segura e independente, sem a necessidade de aprovação humana ou confiança cega.
Na Kite, a confiança não é uma promessa.
É uma propriedade que o próprio sistema possui.
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