O déficit comercial dos Estados Unidos durante o segundo mandato do presidente Donald Trump caiu para o menor nível em quatro anos. De acordo com dados oficiais da estatística americana, em outubro de 2025, o saldo negativo da balança comercial dos EUA foi de 71,4 bilhões de dólares, o que representa o menor índice desde 2021.
Para comparação, sob a administração anterior, o déficit comercial atingiu 112,1 bilhões de dólares, o que representa uma redução de cerca de 36%. Economistas consideram esses dados como uma das melhorias mais notáveis nos indicadores de comércio exterior dos EUA nos últimos anos.
Na opinião dos especialistas, um papel crucial na redução do déficit comercial foi desempenhado pela política comercial protecionista adotada pela administração de Donald Trump. Trata-se, acima de tudo, da introdução e ampliação de tarifas de importação, que afetaram uma ampla gama de produtos estrangeiros. Essas medidas tornaram a importação menos atraente para as empresas e consumidores americanos, o que levou à redução dos volumes de importação de produtos para o país.
Ao mesmo tempo, a melhoria do saldo comercial ocorreu em meio ao crescimento das exportações dos EUA. De acordo com os dados de outubro, o volume de remessas de produtos americanos para os mercados globais aumentou para 202,8 bilhões de dólares. Em termos mensais, as exportações cresceram 8,5%, e em termos anuais — imediatamente 14,7%, o que indica um fortalecimento das posições dos fabricantes americanos e um aumento da demanda externa.
Paralelamente, os volumes de importação também diminuíram. O valor total dos bens importados para os EUA caiu para 274,2 bilhões de dólares, o que se tornou mais um fator para a redução do déficit comercial. Os analistas observam que a diminuição das importações está relacionada tanto a restrições tarifárias quanto a uma redistribuição parcial das cadeias produtivas dentro do país.
Economistas enfatizam que os resultados alcançados refletem um efeito de curto prazo da política comercial rígida, no entanto, a manutenção de uma dinâmica positiva a longo prazo dependerá do estado da economia mundial, das medidas de contrapartida dos parceiros comerciais dos EUA e da robustez da demanda interna.
No entanto, os dados atuais permitem que a administração de Donald Trump declare um progresso notável na redução do déficit comercial — um problema que ele chamou repetidamente de uma das chaves para a economia americana.

