Em muitos sistemas, “guardar” dados e “recuperá-los” são operações implícitas. Funcionam… até que deixem de fazê-lo. Walrus introduz uma diferença chave: aqui a disponibilidade não é assumida, é verificada.

Quando uma aplicação escreve um blob no Walrus, recebe um certificado de disponibilidade. Esse certificado pode ser verificado sem baixar o arquivo completo. Ler dados não é um ato de fé, é uma verificação.

Essa abordagem separa duas perguntas distintas: os dados existem? e estão disponíveis agora? Ao respondê-las com provas, não com suposições, Walrus reduz fricção e ambiguidade para aplicações que dependem de grandes volumes de dados.

Nesse fluxo, $WAL incentiva que os nós mantenham dados acessíveis e respondam a verificações reais. @Walrus 🦭/acc transforma leitura e escrita em processos verificáveis, não em promessas implícitas.

#Walrus

Esta publicação não deve ser considerada aconselhamento financeiro. Realize sempre sua própria pesquisa e tome decisões informadas ao investir em criptomoedas.