Em um movimento geopolítico ousado, o presidente Trump acabou de impor uma nova tarifa de importação de 25% sobre países como Japão, Coreia do Sul e Malásia — todos vistos como tendo laços mais próximos com a China ou o bloco BRICS. A decisão injetou volatilidade imediata nos mercados globais, despertando uma onda de ansiedade entre os investidores.
📉 O impacto imediato foi agudo: os índices de ações dos EUA caíram quase 1%, os preços do petróleo dispararam e os rendimentos dos títulos subiram. Enquanto isso, o VIX — o chamado “índice do medo” de Wall Street — subiu 9%, um sinal claro de crescente incerteza nos mercados tradicionais.
💰 Mas o Bitcoin? Ele está se mantendo firme. Pairando perto de $108.000, o BTC continua a mostrar resiliência — mais uma vez atuando como um porto seguro em tempos de tensão geopolítica. É um padrão que já vimos antes. Durante conflitos comerciais anteriores — como o impasse tarifário de 2018 e o ciclo de incerteza global de 2020–2021 — os mercados de cripto inicialmente caíram, mas depois se recuperaram à medida que a confiança nos sistemas financeiros tradicionais começou a erodir.
Agora, em 2025, a narrativa é ainda mais forte. Com a redução pela metade do Bitcoin atrás de nós e ETFs à vista atraindo fluxos institucionais, os fundamentos do Bitcoin permanecem robustos. No entanto, os traders devem ser cautelosos. A volatilidade impulsionada por fatores macroeconômicos pode desencadear liquidações repentinas, especialmente para aqueles em posições superalavancadas.
Principal conclusão: Essas tarifas são mais do que apenas política comercial — elas são um sinal de fraturas mais profundas nas alianças econômicas globais e confiança fiduciária. Para os traders de cripto, este é um momento para se manter atento: gerencie o risco com sabedoria, fique de olho nas tendências macro e reconheça que mudanças na confiança global podem abrir novas portas para ativos descentralizados.
Mantenha-se informado, mantenha-se ágil — o mercado está observando.

