Isso apenas aumentou a temperatura macro.

A ameaça de Trump de um imposto de 100% sobre o Canadá devido a laços com a China não é apenas barulho político — isso é linguagem de guerra comercial, do tipo que abala moedas, ações e ativos de risco ao mesmo tempo. Os mercados odeiam incerteza, e esse tipo de postura rígida injeta pura adrenalina nas finanças globais.

Se isso escalar, estaremos vendo um comportamento clássico de aversão ao risco. As ações tremem, os medos da cadeia de suprimentos ressurgem e o capital começa a procurar abrigo. É aí que as coisas ficam interessantes... porque quando os sistemas tradicionais começam a parecer frágeis, as narrativas em torno do Bitcoin como ouro digital se tornam barulhentas novamente. Estamos vendo o mesmo padrão se desenrolar toda vez que a geopolítica esquenta — medo no TradFi, atenção no cripto.

Mas aqui está a reviravolta: a curto prazo, a volatilidade corta para os dois lados. A liquidez fica apertada, os traders reduzem riscos, e até mesmo o BTC pode ser arrastado para baixo antes que a história do porto seguro comece a valer. Queda reativa primeiro, rali narrativo depois — esse é o ritmo usual.

É um teatro de negociação? Talvez. Trump é conhecido por táticas de máxima pressão. Mas os mercados não esperam por clareza — eles reagem a ameaças, não a resultados.

Esta semana pode ser menos sobre gráficos e mais sobre manchetes. Quando o macro fala tão alto, o preço ouve.

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