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Donald Trump e Powell: o “confronto de poder” entre a Casa Branca e o Federal Reserve
Em janeiro de 2026, uma tempestade sem precedentes varreu Washington: o governo Trump iniciou uma investigação criminal contra o presidente do Federal Reserve, Powell, alegando que o prédio sede teve um “excesso de gastos na reforma”. Isso aparenta ser uma responsabilidade fiscal, mas na verdade é um embate direto entre poder político e financeiro.
Desde que assumiu, Trump pressionou Powell repetidamente a reduzir as taxas de juros, chegando a declarar publicamente que “quanto mais cedo ele sair, melhor”. Ele implementou uma guerra tarifária, mas esperava que o Federal Reserve interviesse com cortes nas taxas, enquanto Powell manteve a meta de inflação e se recusou a se tornar uma ferramenta política. Assim, as táticas foram se intensificando, desde ataques nas redes sociais até intimações judiciais.
No entanto, Powell não está lutando sozinho. Três ex-presidentes do Federal Reserve assinaram uma declaração conjunta condenando as ações, e o magnata de Wall Street, Dimon, também alertou que “a intervenção política elevará as taxas de juros”. A história já provou que a independência do banco central é a pedra angular da credibilidade do dólar. Uma vez que o presidente possa demitir o presidente do Fed à vontade, a confiança global em títulos do tesouro e no dólar americano será abalada.
Mais irônico é que Trump nega a intervenção judicial enquanto permite que seus aliados liderem a investigação. Essa pressão “de golpe suave” expõe o conflito profundo entre “América em primeiro lugar” e a racionalidade institucional.
A questão é: se o Federal Reserve perder sua independência, os EUA ainda poderão manter a hegemonia financeira? Quando a política se sobrepõe à profissionalismo, quem pagará a conta#美国加密市场法案延迟 # quem será o próximo presidente do Federal Reserve?


