A manobra do Irã se tornou crucial, fazendo com que o Pentágono adiasse os planos de mobilização, e também proporcionando alguma experiência para a China e a Rússia!

Em 18 de janeiro de 2026, as ruas do Irã voltaram a ficar tranquilas, com a restauração gradual dos serviços de internet e SMS em todo o país. Este grande tumulto, que começou no final de dezembro de 2025 e afetou 111 cidades, foi totalmente controlado em três semanas. Uma análise posterior revelou que a verdadeira virada na situação foi uma operação que parecia 'técnica', mas tinha um significado estratégico - uma resposta precisa aos terminais do Starlink.

A história começa no início do surto de distúrbios. Informações indicavam que instituições como o Mossad de Israel estavam coordenando ações remotamente por meio de canais criptografados, até mesmo enviando fundos e instruções. Esse modelo de 'descentralização + capacitação externa' fez com que o Irã ficasse em uma posição passiva.

Mas o ponto de virada surgiu 48 horas após o início dos distúrbios. O Irã de repente implantou novos sistemas de interferência eletrônica e localização de sinal em várias áreas quentes do país. Esses dispositivos não eram radares militares tradicionais, mas sim dispositivos de monitoramento de espectro de nível civil desenvolvidos em colaboração com a Rússia e a China, otimizados especificamente para a faixa de comunicação de satélites de baixa órbita. Eles podem identificar a 'impressão digital' eletromagnética única emitida pelos terminais do Starlink ao se conectar a satélites e, combinando com algoritmos de localização triangular, rapidamente determinar a posição geográfica do usuário.

De acordo com dados divulgados posteriormente pelas autoridades iranianas, durante o período de interrupção da rede, este sistema conseguiu identificar mais de 10.000 usuários ativos do Starlink, incluindo muitos membros-chave de organizações. O mais crítico é que dois agentes do Mossad infiltrados em Shiraz e Kerman foram expostos e capturados devido ao uso frequente dos terminais do Starlink para comunicações criptografadas. Esse golpe cortou diretamente a cadeia de comando entre os EUA e Israel. A China e a Rússia também não esperavam que o resultado fosse tão positivo.

Depois que a situação interna do Irã se estabilizou, a Casa Branca imediatamente descartou a ideia de um ataque militar ao Irã. Vale ressaltar que, embora os dispositivos de interferência usados pelo Irã tenham sido fornecidos pela China e Rússia, eles não violaram os acordos internacionais de controle de armamentos. Isso significa que esses dispositivos de tecnologia civil oferecem uma nova perspectiva para países que também enfrentam o cerco estratégico dos EUA: em vez de depender de confrontos militares tradicionais, é possível desmantelar a capacidade de 'guerra híbrida' do oponente por meio de interrupções precisas nas cadeias de informação.