Pesquisadores chineses apresentaram um chip quântico fotônico de 6 polegadas de nitreto de lítio em filme fino que acelera em 1.000 vezes o desempenho dos centros de dados para Inteligência Artificial, ganhando o Leading Technology Award na Conferência Mundial da Internet Wuzhen Summit, superando mais de 400 concorrentes de todo o mundo.
A diferença das tecnologias "em desenvolvimento", este chip já está em produção industrial e utilizado em setores como aeroespacial, biomedicina e finanças, alcançando potências de cálculo que superam os limites dos computadores clássicos.
A China adotou uma abordagem nacional com um fundo público-privado de 1 trilhão de RMB (renminbi) para conduzir toda a cadeia industrial, do design do chip aos algoritmos quânticos.
Produção de wafers TFLN a 12.000 unidades anuais com modulação superior a 110GHz, e integração fotônico-eletrônica já madura.
Modelos de IA com bilhões de parâmetros foram refinados em hardware quântico.
Os EUA, com investimentos federais mais baixos e horizontes de comercialização distantes (15-30 anos), parecem estar atrasados e ainda dependem muito de anúncios promocionais mais do que de aplicações concretas.
.Tecnologias específicas destacam a superioridade chinesa: o computador quântico supercondutor Zuchongzhi 3.0 com 105 qubits é 1 quadrilhão de vezes mais rápido que o supercomputador Frontier em certas tarefas.
A fotônica Jiuzhang 2.0 resolveu problemas em 200 segundos que os computadores clássicos levariam 2,5 bilhões de anos.
Agora, o novo chip fotônico acelera em 1000 vezes as cargas de trabalho de IA.
Nos EUA, Google e IBM produzem chips semelhantes, mas com aplicações ainda limitadas e prazos de desenvolvimento mais longos.
O contexto geopolítico mostra a estratégia dos EUA voltada para controlar o acesso chinês a tecnologias avançadas por meio de sanções, mas a China ultrapassou esse obstáculo com a integração quântica fotônica e uma cadeia produtiva autônoma.
Paralelamente, enquanto os EUA patrocinam chips de silício tradicionais, a China constrói infraestruturas para 6G, IA e redes quânticas globais, com aplicações já operacionais em hospitais civis, enquanto os EUA avançam mais lentamente e com forte orientação militar nas pesquisas quânticas.
A narrativa ocidental permanecerá alarmante, mas os fatos mostram uma supremacia tecnológica chinesa concreta e já industrializada.
